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PERU . CUSCO . PRAÇA DE ARMAS . Conheça Um Pouco De Sua História.


IMAGEM DESTACADA –  Praça de Armas.

Quem diria que no lugar em que pulsa o coração de Cusco, outrora havia um pântano?
Um charco cercado por dois riachos de pequeno volume d’água e sem profundidade ocupavam um terreno muito maior que o tamanho da atual Praça de Armas. Continuar lendo PERU . CUSCO . PRAÇA DE ARMAS . Conheça Um Pouco De Sua História.

PERU . CUSCO . Morena – Restaurante Aconchegante, De Comida Boa E Farta. Atendimento Cortês.


Imagem Destacada: Restaurante Morena – Culinária Peruana.

Endereço: 08000 B, Calle Plateros 348, Cusco, Peru
Telefone: +51 84 437832.

O restaurante foi uma indicação de um site e lá fomos nós.
O ambiente é aconchegante, espaçoso e alegre. O menu é variado (abaixo mostro apenas uma de suas páginas), e as porções são muito bem servidas. Continuar lendo PERU . CUSCO . Morena – Restaurante Aconchegante, De Comida Boa E Farta. Atendimento Cortês.

PERU . CUSCO . Soroche . Nem Sempre Se Consegue Controlá-lo.


IMAGEM DESTACADA –  Subida de Águas Calientes para Machu Picchu.

O QUE É SOROCHE?
1 – Nome de alguma dança típica?
Se você pensou logo em maracas e (também) em um belo quadril chacoalhando prá lá e prá cá… pode esquecer.

2 – Achou que é nome de um drinque incrementado para deixá-lo alegrinho?
Não é.

3 – Nome de um chá ou de um prato peruano?
Passou longe demais. Continuar lendo PERU . CUSCO . Soroche . Nem Sempre Se Consegue Controlá-lo.

PERU . CUSCO . ROTA DO BARROCO ANDINO: ANDAHUAYLILLAS . INDEFINÍVEL…


Imagem Destacada: Sacada na Parte Superior da Entrada da Igreja de San Pablo.

A CAMINHO DE PUNO, A DESCOBERTA de ANDAHUAYLILLAS – UM DOS DISTRITOS DA FANTÁSTICA ROTA DO BARROCO ANDINO. 

Deixamos Cusco para trás após tomarmos um bom café da manhã no hotel Sonesta Posadas del Inca Cusco, e rumamos em direção à Puno após uma parada estratégica para nos juntarmos a outro grupo em um  só ônibus.

FURADA!: A consequência dessa união estendeu o tempo de viagem.
Nossa permanência em cada sítio arqueológico debaixo de um Sol escaldante forçosamente era maior, porque o guia tinha que se desdobrar falando em castelhano e inglês. Este jovem, além de falar muito baixo, demonstrou sua falta de entusiasmo sem receio algum, o que tornou essa parte do percurso bastante angustiante. Continuar lendo PERU . CUSCO . ROTA DO BARROCO ANDINO: ANDAHUAYLILLAS . INDEFINÍVEL…

PERU . CUSCO . Sonesta Posadas del Inca Cusco: Hospedagem no Centro da Cidade. ATENÇÃO! Termos Utilizados Pelas Empresas de Turismo e Que Você Ignora.


IMAGEM DESTACADA: Detalhe da Decoração do Restaurante do Hotel.

Em nosso retorno de Machu Picchu a Cusco para dia seguinte seguirmos viagem para Puno – outro passeio inútil a meu ver -, o programa informava que ficaríamos hospedados em um hotel quatro estrelas, o Hotel Sonesta Cuzco distante do Centro da cidade em um quilômetro. Entretanto, fomos alojados em um três estrelas, o Sonesta Posadas del Inca Cusco.
Gostei muito do hotel: quarto amplo e confortável, ar condicionado, TV, frigobar, excelente armário e lugar suficiente para abrirmos duas malas pequenas.
Banheiro antigo, mas bem cuidado. Atendimento cortês e simpático de todos. Restaurante pequeno, mas com excelente cozinha e o mais importante: bem no Centro da cidade.

Inicialmente, me perguntei o porquê de ter pago por um hotel quatro estrelas e a operadora Transmundi ter nos hospedado em um hotel três asteriscos – as “estrelas” de meu teclado.
E como achei estranha a informação no roteiro “… hospedagem em hotéis categoria turística superior…” decidir pesquisar e encontrei o que segue:

O DE QUE VOCÊ PRECISA SABER ( E DEVE!) A RESPEITO DOS TERMOS UTILIZADOS PELAS EMPRESAS QUE OPERAM COM TURISMO, PARA NÃO CAIR NUMA FRIA:

Uma das coisas que as empresas ligadas a turismo não explicam é o seguinte:
1-) Hotéis de categoria turística compreendem duas e três estrelas.
2-) Hotéis de categoria turística superior compreendem três e quatro estrelas. Portanto, a operadora cumpriu o que prometeu e perdi tempo achando que estava sendo enganada.

Quem explica tudo direitinho a respeito de categorias de hotéis, siglas e outros pormenores interessantes para quem gosta de viajar é o site da ABIH MS que você poderá consultar clicando aqui.
Há ABIH no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Santa Catarina e outros Estados, todos com informações diferenciadas e muito interessantes.

Sonesta Posadas del Inca Cusco - Marilia Boos Gomes.
Sonesta Posadas del Inca Cusco – Marilia Boos Gomes.
Foto: Marilia Boos Gomes.
Detalhe do banheiro do quarto ao lado da recepção do hotel. Foto: Marilia Boos Gomes.
Foto: Marilia Boos Gomes.
Creme de Ervilhas, queijo e croutons. Excelente. Foto: Marilia Boos Gomes.
Foto: Marilia Boos Gomes.
Bar do restaurante. Foto: Marilia Boos Gomes.
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Sobremesa: panquecas com calda de frutas vermelhas. Doce demais.

CONTATO:

PERU . URUBAMBA . San Agustin Urubamba Hotel – Por fora, bela viola.


IMAGEM DESTACADA: Jardins do Hotel.

URUBAMBA, onde o Agustin está localizado, trata-se de uma das 13 províncias que forma o Departamento de Cusco e conta com aproximadamente 80.000 habitantes. Continuar lendo PERU . URUBAMBA . San Agustin Urubamba Hotel – Por fora, bela viola.

PERU . OLLANTAYTAMBO . Ruínas e Estação de Trem Para MACHU PICCHU.


IMAGEM DESTACADA: Vista Parcial das Ruínas de Ollantaytambo.

UM POUQUINHO DE SUA HISTÓRIA
Ollantaytambo
, pérola escondida entre montanhas e pitoresca cidade encantada pela suave música de riachos, trata-se de um importante tesouro da arquitetura inca; uma relíquia que parece ter brotado paulatinamente, ao relento, e que se desnuda aos forasteiros mais curiosos. Continuar lendo PERU . OLLANTAYTAMBO . Ruínas e Estação de Trem Para MACHU PICCHU.

PERU . YUCAY . Hotel Sonesta Posada del Inca. Atenção Às Reclamações De Quem Já Se Hospedou No Hotel. Vide Final Desta Postagem.


IMAGEM DESTACADA: parcial do imenso jardim que cerca o hotel.

Um dos pontos altos do passeio que muito nos agradou foi este hotel de 88 quartos onde antigamente funcionou um mosteiro.
Jamais poderia imaginar que no distrito de Yucay, uma localidade tão desprovida de vaidades, pudesse encontrar um hotel tão sofisticado quanto este onde paramos apenas para almoçar.
Endereço: Plaza Manco II 123 Yucay- Urubamba, Cusco.
Telefones:Tel: 51.84.20.1107 e Fax: 51.84.20.1345 Continuar lendo PERU . YUCAY . Hotel Sonesta Posada del Inca. Atenção Às Reclamações De Quem Já Se Hospedou No Hotel. Vide Final Desta Postagem.

PERU . PISAC . VALE SAGRADO . Mercado de Artesanato e Jóias em Prata.


IMAGEM DESTACADA: Centrinho de Pisac

VALLE SAGRADO:   De CUSCO a OLLANTAYTAMBO

QUANDO NEM O SOROCHE SALVA
Visitar as famosas cidades e ruínas cusquenhas não foi tão fácil como pensei.
Havia sido avisada de que poderia sofrer algum mal estar em decorrência da altitude, mas não me importei com os alertas achando que passaria incólume por esse portal. Ledo engano!
Não houve chá de coca, bala ou folhas mascadas ao vivo e em cores que resolvessem.
Melhorei um pouco após a ingestão de um comprimido chamado Soroche, à disposição em todas as farmácias.
Sou avessa à automedicação, mas dessa vez não houve jeito: era tomá-lo ou morrer.

Há quem diga que o período de adaptação a grandes altitudes é de 2 horas, há quem diga que é de 12 horas e ainda os mais cautelosos afirmam categoricamente que os mais frágeis “podem até” se acostumar após 12 dias. Caramba! Passei 5 longas noites nessas plagas e não me acostumei: taquicardia, falta de ar, náusea, dor de cabeça e cansaço – o que mais me incomodou. Com absoluta certeza, devo estar enquadrada nesse período de doze dias. Ou mais; vai saber…

O VALLE SAGRADO

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A caminho de Ollantaytambo.
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A exuberância da natureza impressiona no Valle Sagrado.

“Era o lugar privilegiado da realeza e nobreza inca, onde encontramos hoje os complexos arquiteturais de maior envergadura, relacionados com a observação e veneração do Sol e do Cosmos como elementos principais do culto e espaço sagrado.”
Assim definiu o Valle Sagrado Erick Manga A. na revista CuscoAtrações e Tradições. Sem dúvida, a realeza tinha bom gosto e sabia escolher muito bem onde morar. E não sofria com a altitude, claro.

Essa região compreende várias cidades tais como: Urubamba, Cusco, Pisac, Calca, Chinchero e Ollantaytambo na direção norte; e Tipon, Andahuaylillas, Pikillakta e outras mais na direção sul.

DE CUSCO a OLLANTAYTAMBO
Deixamos Cusco rumo a Ollantaytambo em passeio de dia inteiro com passagem pelo mercado de artesanatos de Pisac – hora de felicidade plena da ala feminina -, para quem desejasse adquirir “lembranças a preços convidativos, artesanatos de qualidade e fabricados com honestidade: pratas e objetos diversos”.

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Tapeçaria – Artesanato rico em detalhes e cores.

P1120713 (1024x768)Muitas opções em calçados, bolsas, vestimentas, bijouterias e jóias em prata.

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Difícil resistir diante de tanta beleza. Dá vontade de trazer tudo e mais alguma coisa.
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SALINAS de MARAS – Sal extraído da terra.

Antes de adquirir suas lembranças cusquenhas, pesquise. As ofertas são muitas e é aconselhável fazer um levantamento de preços. Barganhe. Anote as vantagens oferecidas. Há tempo suficiente para isso e ainda tomar um café ou uma água no Colher de Pau – uma cafeteria de um hotel muito pitoresco localizado em frente à area de desembarque dos ônibus.

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Café Colher de Pau.
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O Café Colher de Pau, a recepção do hotel e o caixa – tudo bem planejado em um mesmo ambiente.
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Parcial do aconchegante hotel.

COMO CHEGAR A PISAC:
A cidade está a 33 km de Cusco. Como não é tão distante e os taxis são abundantes e não cobram caro, é uma opção para quem prefere chegar a Pisac com certo conforto (desde que você não opte por um carro caindo literalmente aos pedaços – são numerosos na cidade) para apreciar o sítio com tranquilidade.
Faça pesquisa de preços com antecedência.  Combine tudo direitinho e mesmo assim, antes de embarcar no taxi, confirme o preço.
Outra opção é você se engajar em um passeio programado por uma agência de turismo.
Na Praça das Armas de Cusco e arredores há muita oferta e o melhor de tudo é que você já recebe os boletos de entrada. Certifique-se do que você está comprando. É realmente o que você imagina? Nossa excursão só parou em Pisac com o objetivo de mostrar a feira de artesanatos. O sítio arqueológico que bem se vê logo atrás da feirinha, por exemplo, sequer foi mencionado!
Consulte um mapa; informe-se com quem não trabalhe em turismo e peça sugestão de passeios. Ninguém melhor para indicar que atrações visitar do que pessoas alheias a qualquer atividade turística.
As recepções de hotéis também oferecem passeios, mas atenção com os preços.
A terceira opção é por intermédio de transporte público que vá até Urubamba (localidade que fica próxima de Pisac).
Confesso que não tive curiosidade em perguntar de onde partem os ônibus que vão para esta cidade e acabei me arrependendo.

UM POUCO DA HISTÓRIA DE PISAC
Na Praça Maior, onde três vezes por semana acontece o tradicional mercado artesanal, antigamente era o local onde os habitantes faziam intercâmbio de produtos.

Segundo reza a tradição, aos domingos os prefeitos das comunidades vizinhas – os “Varayoqs” – autoridades nativas – reúnem-se na praça principal.
Ao ingressarem na praça assopram conchas marinhas (ou pututos) com a finalidade de anunciar sua chegada.
Nessa mesma ocasião, os habitantes da cidade se agrupam para vender seus produtos agrícolas, artesanais e animais. Interessantíssimo.

O destaque desse complexo arquitetural fica por conta do Relógio Solar (Intiwatana ou Intihuatana) bem como os depósitos de alimentos (qolqas), as fontes de água, as torres… que evidenciam diversos estilos de desenhos e tipos de materiais, dependendo da função a que se destinavam.
O Relógio Solar ocupa o centro do sítio e funcionava como um observatório astronômico – comum nas construções incaicas -,além de seu valor sagrado.
Em Pisac, Intiwatana permitia conhecer os movimentos solares e definir solstícios e equinócios, conhecidos e utilizados apenas por determinados membros da elite inca.

Para a agricultura, a cidade foi de suma importância pelo seguinte: a maior parte de sua área está ocupada por terraços escalonados, que proporcionavam uma variedade considerável de “microclimas”. Esta condição diversificada permitia aos incas o cultivo de diversos produtos.
Neste lugar, graças à tecnologia de ventilação e filtragem aplicada na construção desses “degraus”, os incas conseguiram cultivar mais de 150 variedades de milho. Essa variante na construção de canteiros, digamos assim, possibilitava a manutenção das plantações, bem como facilitava o trabalho das pessoas responsáveis pelo que cultivavam nesses terrenos.

BOLETOS DE ENTRADA PARA OS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS – IMPORTANTÍSSIMOS!
Encontrei blogs interessantíssimos a respeito do assunto, mas nenhum, perdoem-me, foi tão bem explicado quanto o Andarilhos do Mundo. Os rapazes explicam tim-tim por tim-tim como fazer para adquirí-lo. O trabalho é minucioso, de mestres. Vale à pena conferir.

Não importa se você fará um City Tour por Cusco ou visitará apenas uma cidade do Valle Sagrado, sem esse bilhete você poderá arrumar problema. E ainda: procure não perdê-lo e muito menos pensar em sair do parque arqueológico “só para ver uma coisinha ali na feirinha de artesanatos” porque depois você não poderá voltar. Na melhor das hipóteses você retorna, mas o bilheteiro, provavelmente, fará mais um picote no seu boleto caso não tenha memorizado seu rosto.  Ou seja, como cada picotada corresponde a uma entrada em um sítio arqueológico, e você entrou duas vezes no mesmo lugar, uma atração listada no boleto e que você pretendia conhecer ficará perdida. Esta foi a informação que nosso guia nos passou e acredito que seja assim que funciona.

DSCN1357 (1024x768) (2)rua de Ollantaitambo.

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Feira de artesanatos da cidade de Ollantaytambo.
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Parcial do vasto sítio arqueológico de Ollantaytambo.
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Fonte de água no sítio arqueológico. Local limpo e bem preservado.
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Vista parcial das ruínas de Ollantaytambo.
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Ollantaytambo.
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Valle Sagrado dos Incas.
A caminho de Ollantaytambo.
A caminho de Ollantaytambo.
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Rua em Ollantaytambo.
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Refrigeração natural com pura água vinda das montanhas.

DE OLLANTAYTAMBO ou POROY (Cusco) a ÁGUAS CALIENTES/MACHU-PICCHU.
Esteja certo de uma coisa: não há como chegar de automóvel ou moto a Águas Calientes porque neste trecho não há estradas.

Saimos de Ollantaytambo e logo embarcamos em um trem que me causou grata surpresa: panorâmico, limpo, poltronas confortáveis e ainda com serviço de bordo e banheiros limpos.
Na volta fomos direto para Poroy – pertinho de Cusco – e até um desfile de modas masculina e feminina providenciaram no vagão. Roupas estilosas para inverno e de muito bom gosto. Adorei a idéia.

A viagem é es-pe-ta-cu-lar e confesso que para mim foi o que valeu do circuito Cusco/Machu Picchu/Puno.

Honestamente? Não encarei essas atrações como lugares a serem festejados. Pelo contrário. Posso lhes parecer mórbida, mas encarei-os como cemitérios. Muito sofrimento nestes sítios. Ambiente denso, carregado. Em cada pedra, memórias de muitas lutas; de muito sangue derramado. Senti-me muito pior do que já estava e me perguntei muitas vezes o porquê de estar ali.
Verdade seja dita, só o cenário muda porque o assunto é o mesmo: destruição. Dor. Muita dor.

A história se repete com ruínas greco-romanas que visitei mundo afora e com ilhas gregas – basta visitar três para saber que é tudo a mesma coisa.

Dicas preciosas de como chegar a Machu Picchu saindo de Cusco, quem oferece é a jornalista Clarissa Donda. Não deixe de visitar o dondeandoporai.  O relato é rico em pormenores.

E para quem não tem idéia de como chegar a Machu Picchu as informações dos Andarilhos do Mundo (outras dicas) são da melhor qualidade. Mais uma vez os rapazes arrebentaram nas indicações. Confira-as.

No mapa abaixo há indicações de algumas cidades da parte sul do Valle Sagrado que merecem ser visitadas. Não posso afirmar, mas acredito que a maioria dos turistas ignore. Quem sabe, em próxima investida, não chego lá? Haja Soroche…

Toda viagem é válida mesmo quando intercalada por um “senão” aqui e outro ali. Como saber se determinado lugar que aguçou sua curiosidade é interessante ou não, se você não for até lá? Esse é o lado positivo da coisa: a experiência vivida.
Por isso, continuo incentivando:

CONTATO:

 

PERU . CUSCO . QENGO – Vale à pena visitá-lo?


Foto em Destaque: Entorno do sítio arqueológico em Qenqo.

Conjunto arquitetônico situado a 6 km de distância de Cusco e a 1 km de Sacsayhuamán, dedicado ao culto do Deus Puma e de Pacha Mama. Está localizado a 3.580 m de altitude.

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