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San Agustin Urubamba Hotel – Por fora, bela viola.


IMAGEM DESTACADA: Jardins do Hotel.

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URUBAMBA, onde o Agustin está localizado, trata-se de uma das 13 províncias que forma o Departamento de Cusco e conta com aproximadamente 80.000 habitantes.

Nesta localidade há vários hotéis notáveis – incluindo alguns de luxo – e penso que esse crescimento deve-se à proximidade de Ollantaytambo, distante em 20 km, povoado de onde partem os trens para Águas Calientes, o ponto final para os desejosos de conhecer  Machu Picchu pegarem o ônibus e subir a montanha. Continuar lendo San Agustin Urubamba Hotel – Por fora, bela viola.

Cusco, Peru: Hotel Jose Antonio – Afastado do Centro da Cidade.


Imagem Destacada: Pátio do hotel.

O HOTEL JOSÉ ANTONIO (Endereço: Pardo 1080, Cusco City Centre, 84 Cusco, Peru – Telefone: +51 84 239030).

Localização: afastado do Centro de Cuzco, um inconveniente.

Saguão e sala de estar espaçosos, quarto e banheiro amplos, cofre, excelente armário, lugar improvisado para abrir as malas não faltou, ar refrigerado funcionando a contento, TV, café da manhã farto e variado servido em vasto salão. Continuar lendo Cusco, Peru: Hotel Jose Antonio – Afastado do Centro da Cidade.

Cusco, Peru: Restaurante Valentine.


Felizmente, para alcançarmos o restaurante bastou atravessar a rua.
O hotel em que nos hospedamos ficava em frente, o que nos facilitou bastante naquela altura do campeonato.
Havíamos chegado pouco antes a Cusco e sentimos fortemente os efeitos da altitude da cidade. Na verdade, nos arrastamos até o outro lado da calçada. Sem exagero.
Havíamos sido avisados de que esse desconforto poderia acontecer, mas não imaginei que fosse com tanta intensidade. Felizmente, não me atingiu o estômago.

O VALENTINE:

Apesar de o restaurante estar muito cheio, ao chegarmos fomos logo atendidos.
Comemos muito pouco: servimo-nos dos pãezinhos – sempre acompanhados por molhos picantes mais saborosos ainda – apenas os provei – e solicitamos uma entrada para cada um.
O milho fez parte do couvert e veio acompanhado por molhos apimentados saborosíssimos.
Um balde de suco de abacaxi acompanhou meu carnavalesco coquetel  e uma água mineral encerrou os trabalhos.

O restaurante é bem aparentado, espaçoso, e além do serviço a la carte há um buffet à disposição que nem chegamos a conferir.

O que conferi foi a nota e dei conta de que haviam cobrado S/10 (dez soles) a mais.  Os preços são compatíveis com o apresentado.

Arrastamo-nos novamente até o outro lado da calçada e fomos descansar. Esse foi o conselho para quem chega à cidade se adaptar, mas que de nada adiantou.

Cuszo é considerada cidade grande. Conta com cerca de 500 mil habitantes, e arrisco dizer que é tão bem servida de bons restaurantes quanto a capital Lima.
Consulte qualquer site de pesquisa e solicite os melhores restaurantes de Cuzco. Tenho certeza de que será uma grata surpresa.
Culinária é papo sério para o peruano, que leva essa arte a ponta de facas. Literalmente, para nosso deleite.

O país é riquíssimo na produção de batatas – só no Peru há cerca de 3.500 espécies (formas e cores diferentes de tudo que conhecemos) – e de milho. Ouvi nosso guia citar mais de 1000 ou 1500 espécies, mas, na incerteza, baixei para humildes 35 de acordo com pesquisas na internet.

Honra seja feita, conhecem profundamente esse tipo de alquimia.

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Os sucos de frutas em todos os restaurantes são servidos em copos avantajados. Achei que o exagero fosse por conta do Valentine, mas não. Em todos as porções foram fartas.

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Nosso primeiro contato com a culinária peruana, no Peru (frequentamos restaurantes peruanos no Rio) , deu-se com um pedaço de espiga de milho acompanhado por duas qualidades de molho, ambos deliciosos.

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Convinha-nos comer pouco devido à hora em que chegamos ao restaurante. Solicitamos duas entradas e não passamos disso.

Meu fiel escudeiro pediu uma porção de camarões com abacate. Uma dupla bem manjada, é verdade, mas com grandes diferenças: camarão com gosto dos camarões que comíamos antigamente aqui no Rio (cismo que os camarões agora não têm mais gosto). E quanto ao abacate… Bah, guri, que loucura! Puro creme! Cortados fininhos, sem fiapos, sem manchas. Maravilhosos.

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E a “tansa” aqui (dicionário manezês) solicitou uma sugestão que viu em uma página do cardápio, sem se dar conta de que a foto correspondente estava em outra. Resultado: um coquetel de camarões e lagostins também muito manjado – e carnavalesco -, mas muito bom. Nota 10 em alegoria e sabor.
Agora, para quem estava desejosa de comer algo diferente, mofou com as pombas na balaia (dicionário manezês).

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Fomos muito bem atendidos, gostamos do que pedimos, mas não voltaríamos. As opções de restaurante melhores são muitas na cidade.

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Outro aspecto do Valentine.

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Moderadora: Rosa Cristal.

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