Os comentários são ácidos, mas… não pude me furtar: literalmente, o restaurante faz jus ao nome. Sim! Trata-se de um EL DESNÍVEL sob diferentes aspectos.
IMAGEM DESTACADA – Fachada do Prédio.

As fotos não mostram a realidade. Assim que entramos não gostei da aparência, apesar de o restaurante ser enfeitado, colorido, mas, deixou a desejar em limpeza. Estava cheio como se vê na foto; cheio de cadeiras vazias.

Abri e cardápio e vi o aviso seguinte: aos domingos, de 12.00 h às 20.00 h, o restaurante só aceita dinheiro.
Até que fazia sentido e acho que descobri o motivo deste tipo de cobrança. É que aos domingos acontece a famosa e imensa feira de SanTelmo, e é nessa ocasião que o Desnível devia “nivela-se”.

Dentre as sugestões do cardápio optei pelo peixe com purê de abóbora, outro desnível.
O peixe não tinha gosto nem de maresia! Prá ser sincera, não foi temperado nem com sal, um tempero barato e por isso exageram um pouco na culinária portenha. E o purê de abóbora acompanhou, literalmente, o peixe: sem “it” nenhum, como se dizia antigamente. Um prato sem gosto.






É ERRANDO QUE SE APRENDE
Até nós cometemos um baita desnível: esquecemos do fantástico restaurante italiano Amici Miei que já conhecíamos de longa data e bem em frente à Praça Dorrego. Bastava seguir um pouquinho mais à frente. Se burrice matasse…
Infelizmente fechou suas portas definitivamente. Era sensacional.
Qual o lado positivo desse tropeço? É errando que se aprende, serviu para ficarmos espertos e na próxima vez não passarmos nem pela porta!
Ah! E antes que me esqueça. Na também indicada Brasserie La Pétanque já nos serviram um prato de massa que era pura enganação. Reclamei, o garçom veio com aquela conversa de cerca-lourenço, muito blá, blá, blá, coisa e tal, mas não colou.
Para disfarçar minha radicalidade, aí vai a desculpa: era dia de feira. Tá! Mas cá prá nós, também não ouso voltar.
Até agora não entendi o porquê de não termos saído e procurado outro lugar.
