IMAGEM DESTACADA – Altar Principal da Basílica de Notre Dame de la Garde.
Quem conhece a história da Basílica de Notre Dame de la Garde com riqueza de detalhes é Anaté Merger. Clique aqui para conhecer a explanação interessantíssima da jornalista brasileira e autora do blog www.naprovence.com, portal para quem deseja conhecer a Provence em detalhes.
Mais prá frente, nas postagens a partir de Aix-en-Provence, comentarei a respeito do trabalho de Anaté Merger e Leonor – nossa guia pelas estradas do sul da França.

TRENZINHO TURÍSTICO – ROTEIRO
No dia seguinte ao de nossa chegada à Marseille optamos por pegar o trenzinho. Cansados, foi a maneira prática que encontramos para dar uma volta pela cidade sem termos que fazer esforço.
O passeio não é longo e percebe-se que o roteiro tem como objetivo proporcionar aos passageiros uma visita à Basílica de Notre Dame de la Garde (site oficial clique aqui).
Na ida o trem segue margeando poucas calanques, passa em frente ao Monumento aos Mortos do Exército do Oriente e chega sem demora à colina do santuário.

RETORNO SEM GRAÇA
Na volta o trem retorna a seu ponto inicial, passando por bairros sem nenhum atrativo.
Entretanto, até entrarmos na igreja tivemos que subir trocentos degraus. E o pior: sem a menor chance de parar prá respirar porque só dispúnhamos de 20 minutos. Para quem já estava cansado não poderia haver despertador melhor. Foi a segunda chispada que tivemos que fazer nesta viagem.
ALÉM DAS CALANQUES, O QUE HÁ PARA VER e FAZER em MARSEILLE
Na marina, ao lado do antigo bairro Le Panier, ficam a bilheteria e o ponto de embarque deste trenzinho, o cais de embarque para quem se destina às Calanques, à Catedral La Major, à Igreja de Saint Laurent, o Mucem, a Prefeitura, os cais onde ancoram barcos que partem para os portos da Córsega, além de bares e restaurantes.

Construíram a basílica de Notre Dame de la Garde sobre a estrutura de um antigo forte do século XVI. O arquiteto Henri-Jacques Esperandieu projetou-a em estilo Neo-Bizantino e Francisco I ergueu-a com a finalidade de resistir ao cerco de Charles V em 1536.



O QUE É UMA BASÍLICA?
A denominação remonta às Ágoras gregas, origem mais remota de nossas Bolsas de Valores, por serem locais públicos onde pessoas se reuniam não apenas atraídas por feiras e mercados, bem como para discutir política, cultura e outros assuntos de interesse dos cidadãos.
As mercadorias eram anunciadas em voz alta a fim de que todos escutassem o que estava sendo comercializado, tal qual acontece ainda hoje nos pregões das BV. Para quem ainda não sabe, este é o motivo da gritaria.
A ÁGORA ROMANA
descende da grega, porém com uma diferença: eram espaços cobertos, as basílicas, onde assembléias eram realizadas. Ora funcionavam como tribunais, ora acomodavam reuniões em que se discutiam assuntos diversos.
A Wikipédia esclarece o assunto minuciosamente, e vale à pena consultá-la para quem se interessar em basílicas e como acabaram se transformando em templos cristãos. Clique aqui.
A peregrinação à Notre Dame de la Garde acontece anualmente, em 15 de agosto.






COMPRAS












PASSEIOS DE BICLETA em MARSEILLE: SIM ou SIM?
– Siiiiiiimmm!
Uma boa opção é fazer um passeio pelas trilhas em bicicleta elétrica. E quem acena com a novidade é a Fernanda no blog da brasileira Maria Lina, residente em Paris, que explica tudo direitinho. Clique aqui para saber mais.
Acontece que outra brasileira, Anaté Merger, residente em Aix-en-Provence (Aix está pertíssimo de Marseille – apenas 30 km) também oferece opções de passeio não só em Marseille, mas por todo o Sul da França. Para saber tudo isso e mais alguma coisa clique aqui.
Para finalizar o papo e deixar bem claro que as mulheres brasileiras estão com tudo e mandando ver à frente do turismo na França, seguem mais novidades a respeito das Calanques. Desta vez as indicações vêm da Natalia Itabayana, do blog Destino Provence. Clique aqui e acompanhe suas experiências.





“Nada nos empodera mais que as viagens, recheadas de conhecimento, cultura, gastronomia e curiosidade pelo novo, mesmo que seja em um lugar que já conhecemos, sempre tem algo novo a se apreciar”.