VILLEFRANCHE-SUR-MER trata-se de um balneário situado no Sul da França entre Nice e Saint Jean de Cap Ferrat. É caminho para quem vai à Mônaco e Menton.
IMAGEM DESTACADA – Beira-mar do balneário.
COMO CHEGAR
Saint-Jean é acessível pelo ônibus nº 100 que parte de Nice do ponto situado em frente ao Monoprix! Atenção aqui!
Mesmo espremida entre a poderosa Nice e Saint Jean, a posição geográfica privilegiada de Villefranche-sur-Mer não a torna tão conhecida e glamourosa quanto estes dois famosos balneários da Riviera Francesa.
O que quero dizer com isso? Na-da!
Deixe-se perder em suas estreitas ruas e você descobrirá o quanto a pequena Villefranche-sur-Mer é charmosa. O balneário é dotado de comércio atraente, principalmente o de artesanatos e produtos provençais, claro. Na beira da praia há restaurantes simpáticos com cardápios bem elaborados.
MESMO COM CHUVA
Villefranche-sur-Mer é um balneário condensado onde se encontra de tudo.
Ao voltarmos para Nice, não muito distante da beira do mar entramos em um templo religioso para agradecer pelo desfrute desses momentos lindos.
Não tivemos a sorte de encontrar Villefranche ensolarada mas, mesmo sob chuva intensa, valeu à pena o passeio.
PONTO DE ALGUNS ÔNIBUS EM NICE
Do JARDIN ALBERT 1er
ITINERÁRIO DO ÔNIBUS nº 100 – Nice/Menton.












ONDE COMER
Não tínhamos muita escolha porque a chuva caiu forte e fez com que escolhêssemos rápido onde almoçar. Aconteceu, que ao passamos correndo pela porta, vi que o Corsaires era bem jeitoso e voltamos.
O restaurante é aconchegante, limpo e confortável, e o atendimento foi simpático e cortês. Gostamos muito.







“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
REALMENTE VOCÊ TEM O DOM DE NOS MOSTRAR OS ENCANTOS QUE UMA CIDADE TEM, MESMO QUANDO O TEXTO É PEQUENO.
GRATA POR TANTA BELEZURA.
Rosinha, Villefranche é bem maior que meu texto. Encanto de cidade.
Bjks. Obrigada por estar aqui comigo.
Amiga Marilia.