ARGENTINA . BUENOS AIRES . GALERIAS PACÍFICO – Patrimônio Histórico Argentino.

 

A Galerias Pacífico foi declarada Monumento Histórico Nacional e nem poderia ser diferente.
Externamente, o prédio, em si, já é uma obra de arte. Seu interior impacta por sua beleza e não há quem não o aprecie. A meu ver, é passagem obrigatória para quem vai a Buenos Aires, nem que seja apenas para tomar um café.

FOTO EM DESTAQUE – Interior da Galerias Pacífico, inaugurada em 18.5.1992, em um edifício projetado em 1889. 

 

COMPRAS e ALIMENTAÇÃO

Em 2011/12 o shopping ainda não havia ampliado o setor que conhecemos como praça de alimentação.
Em 2016 assustei-me com o movimento que encontrei no sub-solo: vários Cafés, lanchonetes e restaurantes do tipo fast-food tomaram conta da área. E não parou por aí: lojas de preços mais acessíveis também se instalaram neste piso, a exemplo da Morph . Adoro a Morph. Todas as mercadorias chamam atenção pela criatividade e os preços são bem convidativos. É lá que compro lembranças para os amigos e, de quebra, acabo me presenteando com alguma coisa.

CASA DE CÂMBIO
A agência de câmbio foi remodelada e também continua no mesmo lugar. O câmbio pode não ser o melhor do pedaço, mas quebra um galhão pela comodidade.

O elegante e antigo Francesca, no sub-solo das Galerias Pacífico, fechou as portas neste endereço e passou a funcionar no Patio Bullrich.

 

 

 

O CENTRO CULTURAL BORGES

Nem todo mundo sabe, mas há um Centro Cultural dentro das Galerias, desde outubro de 1995.
Nada mais natural para um edifício inspirado e concebido no estilo arquitetônico Beaux-Arts, para abrigar uma loja que se assemelhasse à Bon Marché parisiense.
Esse foi apenas o começo. Em 1896 o Museu de Belas Artes ocupou parte do edifício…
Centro cultural e Galerias contam histórias desde 1889. Saiba mais a respeito do clicando aqui.

ACESSO

O prédio das Galerias Pacífico ocupa um quarteirão compreendido pelas ruas: Florida, Córdoba, Viamonte e San Martin. A entrada do centro cultural está nesta última esquina.
Ainda não o conheço, mas tenho lido excelentes referências. Há acomodações na platéia e no mezzanino.
No site do CCB você encontra informações a respeito de preços e horários. Clique aqui.

MAS, A SURPRESA MAIOR …

ficou por conta de uma publicação na internet que me deixou de cabelo em pé!
“Em 2007 a jornalista canadense Naomi Klein escreveu um livro intitulado The Shock Doctrine.
Neste livro ela descreve como o edifício foi usado como um centro de tortura pela junta militar que governou a Argentina de 1976 a 1983.
… “descobriu-se que em seus porões o Primeiro Exército escondeu alguns de seus desaparecidos.”

“… as paredes das masmorras ainda traziam as marcações desesperadas feitas por seus prisioneiros há muito tempo mortos: nomes, datas, pedidos de socorro.”

E como dizia o jornalista Paulo Alceu: “Enquanto isso…, a vida segue.”

 

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