PATIO BELLAVISTA – Não há brasileiro que visite Santiago de Chile que não volte dizendo que o Patio Bellavista é um dos lugares mais recomendáveis por quem o conhece.
NA IMAGEM DESTACADA vê-se uma das ruas do Pátio. No total, são 90 lojas.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO do PÁTIO BELLAVISTA
O bairro que deu nome ao shopping a céu aberto mais famoso da cidade, nem chega a ser citado porque o foco é o Pátio. Também, pudera! Há movimento desde que abre suas portas até o horário de fechamento. E já que falamos em horários de funcionamento do Pátio, anote aí a novidade: o shopping que só fechava suas portas no dia seguinte ao da abertura, abre o expediente às 10.00 h e encerra às 21.00 h de segunda à domingo.
Seu horário era bastante diferenciado: diariamente, abria às 10.00, mas às segundas e terças fechava às 2.00 da manhã. Às quartas fechava às 3.00, e de quinta à sábado e vésperas de feriado encerrava às 4.00 da manhã. Por aí, você já imagina o movimento da festa.
Ao fundo, vê-se uma pequena parte do Cerro San Cristóbal.
Lembro-me de tê-lo visitado há alguns anos, mas não era essa sua aparência. Construíram o shopping em um lugar onde havia residências antigas e um grupo de galpões. Joalherias e outros tipos de comércio ocuparam alguns depósitos poupados da demolição e agora destacam-se pela beleza de sua arquitetura.
O meio barco chama atenção , mas a idéia de ocupá-lo com mesas e bancos não foi prática. Vi a dificuldade que pessoas que o ocupavam, tiveram para sair.Pátio Bellavista, em Santiago de Chile.
Não tivemos oportunidade de visitá-lo à noite, mas não faltarão oportunidades.
EL BARISTA CAFFÉ está mais para um bistrô do que para um simples Café e a variedade de pratos listados no cardápio mostram isso. Como estávamos hospedados a poucos metros (1 minuto de caminhada) do El Barista, por alguns dias o consideramos uma extensão do Hotel Weisserhaus. Essa proximidade não foi nada interessante sob determinado aspecto porque, como o bistrô era “logo ali”, ficou prático sairmos do hotel e cairmos sentados nos confortáveis sofás do El Barista. Não nos dávamos à satisfação de caminhar mais um quarteirão que fosse para descobrirmos novos ares e sabores.
IMAGEM DESTACADA – O interior bem apanhado e confortável do Café.
RESTAURANTE LINGUINI – ATENDIMENTO RUIM e CARNE DURA QUE NEM UMA PORTA!
“Eu disse que isso não ia dar certo!” é uma das frases criadas por Hanna–BarberaProductions, Inc para a hiena pessimista e depressiva que fez tanto sucesso na década de 80 aqui no Brasil. Quem não se lembra? E foi justamente nessa frase que pensei, ao sermos atendidos no restaurante por um funcionário carrancudo e de má vontade.
Optamos por almoçar no Restaurante Linguini, porque naquele momento saímos de uma galeria ao lado e vimos uma fachada bonitinha, ambiente bem transado, tudo arrumadinho, mas a (de)recepção foi seca e desagradável.
CARNE QUE NÃO SE DÁ NEM PRÁ CACHORRO!
Providenciados os pratos, mas faltou filé mignon para o meu pedido… Aproximou-se de mim o garçom embezerrado e perguntou se poderia me servir outro corte de carne, indicado como sendo macia. Sem problemas… Que venha outro corte de carne.
Verdade seja dita, não foi um corte de carne que me serviram, mas um pedaço de couro grosso costurado com nervos e gordura que nem cachorro faminto come, impossível de cortar; que dirá, mastigar. Foi bobagem reclamar, porque de nada adiantou.
Os demais salvaram-se pela honestidade da cozinha, e elogiaram os pratos que lhes serviram.
Nhoque recheado.
O Filé Mignon com batatas.
Frango grelhado com batatas, saboroso.
O prato de carne enganador. Para quem o vê, bela viola. Mas, para quem não conseguiu sequer cortá-lo…
MESMO ASSIM, FINAL FELIZ
Saí agastada do Restaurante Linguini, mas já sabendo onde me compensar de tamanha imoralidade: entrei na sorveteria Mamuschka e abracei-me afetuosamente com um colorido e nutritivo sorvete.
Eu não disse que “isso não ia dar certo?”
São 11 lojas tão requintadas quanto a qualidade, o aroma, o sabor e as embalagens dos chocolates criados desde antes do Século XX por uma família europeia. E é esta família italiana que mantém a tradição na fabricação artesanal de seus chocolates. E que chocolates! O luxo está em todas as casas ocupadas pela marca de sucesso que, lamentavelmente, não cruzou nenhuma fronteira.
A Rapanui ocupa uma loja de grandes proporções em Bariloche, sua terra natal, onde oferece vários produtos de sua fabricação. E no quesito diversão, mantém um rinque de patinação no gelo, em ambiente fechado, anexo a uma das lojas.
IMAGEM DESTACADA– A decoração Art-Nouveau da loja.
A proximidade de algumas cidades colonizadas por alemães no sul do Chile é um gancho e tanto para as empresas de turismo faturarem ao sugerirem passeios de um dia para Puerto Octay, Llanquihué e Frutillar saindo de Puerto Varas. Saiba mais clicando aqui.
IMAGEM DESTACADA – Caminhar pela orla do Lago Llanquihué, em Frutillar, é dar-se a oportunidade de sentir na pele que a Natureza não se define.
Muelle Frutillar – cartão postal da cidade.
Entrada do Muelle Frutillar
Muelle Frutillar – o principal cartão postal de Frutillar.
COMO CHEGAR
Tomemos Puerto Varas como ponto de partida para você chegar à Frutillar. Por ser muito mais interessante que Puerto Montt, é lá que os turistas costumam montar seu QG por alguns motivos.
Primeiramente, porque Puerto Varas está muito bem provida de excelentes hotéis e restaurantes, bistrôs, boutiques, centros de artesanatos, supermercados, empresas de turismo, casas de câmbio, e ainda um cartão postal que dispensa apresentações na orla do LagoLlanquihué, que são os vulcões Calbuco e Osorno.
Em segundo lugar, porque devido à sua proximidade de Frutillar (são apenas 28 km), o turista poderá chegar rapidinho a seu destino. Para quem gosta de pedalar, sugiro que vá margeando o lago (vide mapa) e posso garantir que neste percurso, inevitavelmente o pedalante fará algumas paradas para apreciar a paisagem e/ou sacar fotos. Valerá à pena.
Entretanto, caso prefira um meio de transporte mais confortável, opte por alugar um carro ou então pegar um taxi. O importante é não ficar dependendo de horário para nada e sentir-se livre, lépido e fagueiro para bisbilhotar o que bem entender na cidade.
Tomei como ponto de partida o Hotel Weisserhaus por termos nos hospedado lá.
O QUE VER EM FRUTILLAR
É mais uma cidade que imigrantes alemães fundaram na Patagônia chilena, em 23/11/1856. Há duas divisões na cidade: a Frutillar Baixa e a Alta. A Baixa, é a região que margeia o Lago Llanquihué, e a parte Alta é onde ficam as residências. Não por acaso os alemães se fixaram nesta parte alta porque, nessas encostas, eles puderam cultivar a terra e desenvolver atividades agroindustriais, o que não seria possível na parte baixa por ser pantanosa.
Centro de Artesanato Frutillar Baixo
Escuela Bernardo Philippi
Ponto de Vista na orla do Lago Llanquihué.
Blumem Dorf Frutillar. Lamentavelmente, a casa estava fechada.
Galería Lindemann – Artesanías.
Vulcão Osorno visto da orla do Lago Llanquihué. Caminhar pela orla do Lago Llanquihué é dar-se a oportunidade de sentir que a Natureza não se define.
Região Baixo Frutillar
ONDE COMER
Em frente ao Museo Colonial Alemán entramos nesta Cafeteria cujo nome não foi anotado e nem aparece em resultados de pesquisas na internet.
A arquitetura, o mobiliário da direita – o banco de canto, a mesa e as cadeiras sem detalhes -, o ambiente simples, porém acolhedor e limpo e os enfeites espalhados por todos os cômodos me levaram para as casas de meus tios e avós no sul do Brasil quando era criança.
O generoso pedaço de torta de nozes que acompanhou o café capuccino caprichado acabou retardando a hora do almoço.
Segue a localização: fica em frente à bilheteria do Museo Colonial Alemán, na esquina das ruas Lagos com Arturo Prat.
O ALMOÇO
Foi no Gutten Appetite, um restaurante que já conhecíamos e do qual gostamos muito.
O Gutten Appetite não é mais o mesmo em aparência, mas a cozinha continua caprichando.
ONDE COMER EM BARILOCHE? La Parrilla de Julián foi indicação do recepcionista do Hotel Tres Reyes, embora a casa já estivesse listada em nossas anotações.
ENDEREÇOS O restaurante La Parrilla de Julián da Calle Mitre, 354, onde estivemos, fica em um fundo de terreno ao lado da Galeria del Sol e ocupa um salão não muito grande, porém, bem arrumadinho. A entrada é feia, mas não se deixe impressionar por isso porque, logo, logo, aquele cheirinho de carme assando na brasa vai fazer com que você nem saiba mais como chegou até ali.
L’Ulivo Cucina e Vini, restaurante italiano em Copacabana, mora na Miguel Lemos há pouco tempo. Sua capacidade é para 27 pessoas, todas acomodadas com bom espaço em mesas para 2 e até 4 pessoas. Por ser novo no bairro e todo arrumadinho e limpinho, o L’ulivo lembra aquele menino de 12/13 anos que se veste com a melhor roupa, dá uma caprichada no penteado e se perfuma da cabeça aos pés para conquistar a vizinha ou a coleguinha da escola.
IMAGEM DESTACADA – O versátil aparador que decora a entrada do restaurante é a peça mais original do mobiliário do L’ulivo.
LA MARMITE é um restaurante suíço especializado em fondue que ampliou o cardápio e incluiu pratos tradicionais da culinária patagônica com truta, javali e cordeiro, para deleite de todos que têm a sorte de escolhê-lo para comer bem.
A PANELA, no idioma francês,nada tem a ver com aquele recipiente redondo de alumínio, com tampa, que serve para transportar refeições. Isso é outra coisa.
IMAGEM DESTACADA – Calle Mitre / Fachada do restaurante.
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