ENDEREÇO Plataforma 2 B da Centraal Station. Acesso: Escada rolante, no Hall Principal da Estação, caso você chegue a pé. Não sendo assim, você poderá chegar até de barco.
IMAGEM DESTACADA – Interior do Restaurante.
Metrô, ônibus e tram (bonde) são os meios de transporte mais comuns. Clique aqui e saiba mais.
Imagem migrada do site https://restaurant1eklas.nl/es.
HORÁRIO de FUNCIONAMENTO: Dias normais: De segunda a domingo de 9.30 às 23.00.
Dias especiais: – Na véspera de Natal aberto até às 18:00 – Fechado no dia de Natal (25 de dezembro) – Na véspera de Ano Novo até às 18:00 (31 de dezembro) – Fechado Dia do Rei (27 de dezembro abril)
O restaurante é belíssimo e dispõe de outros ambientes igualmente glamourosos, que poderão ser ocupados com eventos públicos ou privados com capacidade para até 200 pessoas.
UM POUCO DE HISTÓRIA Foi construído entre 1881 e 1889 por um gênio da arquitetura chamado Petrus Josephus Hubertus Cuypers (Pierre), natural da cidade de Roermond.
A sala onde os passageiros da primeira classe aguardavam o trem, chamada Four Seasons, só era acessível a pessoas que adquiriam esse tipo de bilhete; era muito especial, e apenas 40 pessoas, no máximo, poderiam ocupá-la. Esta sala continua com a mesma capacidade de ocupação e está à disposição para grupos que queiram se reunir para comemorações, tratar de negócios, seminários, cursos e outros.
Pelo fato de tratar-se de um restaurante que atende pessoas de várias nacionalidades, o cardápio foi preparado com diversos tipos de pratos. Além dessas opções, caso alguém queira saborear algum prato especial, basta avisar o responsável pelo restaurante, com antecedência, a fim de que o chef tenha condições de adquirir algum ingrediente especial de que não disponha.
E mais: os garçons são treinados para trabalhar rapidamente. Sabe por que? Foi levado em conta que alguns clientes não podem se demorar no restaurante devido ao embarque…
OBS: Clientes podem entrar com malas.
Foto antiga no cardápio. Observemos que o ambiente continua fiel ao da época de sua inauguração, em 1881.
Havíamos acabado de desembarcar na plataforma B quando me lembrei do 1e Klas e decidimos tomar um café. Logo na entrada, a surpresa: nunca poderia imaginar que, do outro lado daquelas portas relativamente simples, fosse me deparar com tanta beleza. Descrevê-lo é possível, mas seria complicado. Melhor mesmo foi observar detalhes, comendo um pedaço de torta de maçã deliciosa acompanhada por café – motivo que encontramos para apreciarmos o ambiente com tempo de sobra. Recomendamos sem restrição.
“Descobri como é bom chegar quando se tem paciência. E para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de mais nada, querer.” AMYR KLINK
Sabemos que o principal meio de transporte do holandês é a bicicleta e optei por começar por aí. Estatística de 2015 apontava Amsterdam com população aproximada de 821.752 habitantes. Outra estatística, desta vez efetuada pelo Dr. Vagner Landi, informa que há 880 mil bicicletas circulando contra 4 vezes menos o número de automóveis.
IMAGEM DESTACADA – Centraal Station, clicada na parte central do edifício.
Recentemente, em abril 2019, estivemos na Holanda e ouvimos comentários de que haveria uma protesto contra o número excessivo de automóveis nas ruas. Holandês já nasce pedalando, pode ter certeza. Ao colégio, ao médico, às compras, restaurantes, encontro com amigos, enfim, não importa para aonde vão, o veículo é a bicicleta. A família pedala unida. Cansei de ver idosos pedalando e imaginei a musculatura que os holandeses não devem ter nas pernas. Levam à risca o dito popular “Pernas, prá que te quero?”
Na Holanda não há ladeiras, mas há ventos fortes que obrigam os ciclistas a trocarem de marcha com a rapidez de quem pisca. São habilidosíssimos nesse quesito. O bicicletário ao lado da Centraal Station impressiona e leva à uma pergunta inevitável: – Como o ciclista encontra sua bicicleta naquela muvuca? Encontra!… O melhor de tudo é que sabe direitinho onde a deixou.
Nesta foto, clicada de longe, não dá para ter idéia da extensão do jogo de encaixe. Mas, na foto aqui de baixo, você já poderá ter uma idéia.
Acontece que após a Segunda Guerra Mundial os automóveis superaram as bicicletas em número, mas essa situação foi revertida graças à força do povo. Quem conta esse fato em pormenores é o brasileiro Daniel Duclos – saiba mais clicando no link.
TODO CUIDADO É POUCO para não ser atropelado por um ciclista ao chegar à Amsterdam. É verdade que eles dominam o trânsito, são respeitados por pedestres e veículos, dominam o guidão como se fossem de circo, mas o turista que acabou de chegar está mais por fora que bunda de índio e, tenho certeza, não ouvirá o tilintar das campainhas das bicicletas, que para começar, é fraco demais. Acontece que a destreza dos holandeses é tão grande quando estão montados em suas voadoras, que você só perceberá que está empatando a passagem quando ouvir o forte assobio de uma ventania passando por você: são eles, ziguezagueando ao seu redor, ou passando com a rapidez de quem furta a seu lado e matando você de susto. Daí, querido istepô, de susto em susto, em três dias mais ou menos você acostumará o ouvido e não precisará mais dar aquelas freadas de arrumação, ou subir “discostas” na calçada com a rapidez de quem rompe a barreira do som. Vai por mim! Lembre-se de que há quem esteja atrasado para chegar a seu destino e aí a velocidade imprimida nos pedais é maior.
NEM TODO CICLISTA É ORGANIZADO, e acaba largando sua bicicleta em qualquer lugar. Dê uma olhada:
Essa, para mim, é fora de série. Repare que a bicicleta não está presa em nenhum lugar! Não é á toa, que vira e mexe há dragas nos canais, exclusivamente para retirar bicicletas do fundo.
Podem ter sido derrubadas pelo vento? Sim, podem. Mas, ninguém se preocupa em ajeitá-las. Ora, se não se preocupam nem com a bicicleta deles!, vão se preocupar com a dos outros?
Essa foi amontoada em cima das outras.
Nesse tipo de bicicleta as crianças são transportadas com proteção contra chuva e vento. Há muitas idênticas circulando na Holanda. São quatro poltroninhas no carrinho.
Agora, fantástico mesmo foi termos encontrado essa jovem senhora, em Haarlen, transportando um jardim de infância nesse berço da bicicleta. Não havíamos visto a criança maior na garupa; quando o vimos mais surpresos ficamos com a coragem e a força desta jovem bonita e simpática que, ao me ver filmando a cena, sorriu para a câmera como se dissesse: – É isso aí!…
MAS AMSTERDAM NÃO VIVE APENAS SOB RODAS DE BICICLETAS!
Amsterdam é farta em transportes públicos: você poderá se servir de tram, trem, metrô, ônibus, bicicleta, moto, e, mais recentemente, os tais patinetes que também largam em qualquer lugar. Os trens dispensam comentários. Há trilhos para tudo que é cidade da Holanda e ainda os que atravessam as fronteiras para a Bélgica e a França. A companhia ferroviária nacional da Holanda é conhecida como Nederlandse Spoorweegen (NS). A Holanda conta com mais de 2,8 mil quilômetros de ferrovias! Os bilhetes de trem podem ser comprados com antecedência pela internet ou nos guichês das estações. Todos os trens são confortáveis, mesmo os mais simples – os trens “urbanos”. Brasileiro que entra pela primeira vez em um trem desses não acredita que se trata do trem popular.
Contêm bagageiros…Espaço para quem transporta carrinho de bebê, bicicleta ou qualquer tipo de volume maior que os convencionais.
Agora, surpreendente mesmo, é a falta de educação dos jovens holandeses quanto ao hábito que você vê acima. Não estão nem aí! Vimos dezenas de jovens com os pés em cima de bancos.
Não importa se o assento é de madeira, cimento ou estofado, mal se aboletam colocam logo o pé em cima do banco. Você não imagina a vontade ferrenha de dar um tapa com toda força nos pés desses inconvenientes. O pior é que encontramos essa cambada no mundo todo. No Brasil, então… nem se fala.
Cabides em formato de borboletas próximos às poltronas do vagão. Só mesmo em Amsterdam..
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Há banheiros nos vagões. E limpos!
O mapa no início da postagem indica a Centraal Station de Amsterdam porque é lá, na frente da estação, o ponto final de várias linhas de tram (o bonde holandês), de trem, metrô. As balsas, que funcionam gratuitamente, ancoram no cais; ou melhor dizendo, no calçadão do Rio IJ, que se localiza atrás da estação.
Há outros pontos de embarque em balsas, mas esta é a mais utilizada pelos turistas: a Buiksloterweg, que só não transporta automóveis. A travessia dura apenas 3 minutinhos e o vai-e-vem não demora.
A CENTRAAL STATION, como não poderia ser diferente, encontra-se sobre uma das centenas de ilhas construídas pelos holandeses. Basta dar uma olhada no mapa de Amsterdam para que se tenha idéia de toda a Holanda. É muita água!!! Não é à toa que os melhores práticos do mundo são holandeses. Aprenderam a dominá-la e não tem prá ninguém. A estação foi construída pelo mesmo arquiteto que construiu o Rijksmuseum – Pierre Cuypers -, em estilo neo renascentista holandês.
Esta passagem indica o lugar que o turista encontrará do outro lado: o Rio IJ, onde ancoram as balsas que atravessam o rio em 3 minutinhos.
No hall dessa passagem, pelo lado da Stationsplein (a parte da frente da estação), há uma maquete que indica onde estão situadas todas as lojas da Centraal Station, bem como as plataformas, as passagens de pedestre, escadas rolantes, estacionamento de ônibus, entradas das estações de Metrô, o restaurante 1e Klass… A maquete é sensacional! Fotografe-a, e não se perderá nos corredores da Centraal. A estação é muito bem dotada de comércio; são muitos corredores, e com a foto da maquete ficará mais fácil saber onde você está. Não visitamos a estação como deveríamos, mas não faltará oportunidade.
Ao lado da maquete encontra-se este painel, dividido horizontalmente em duas partes. Na parte de cima há indicações apenas dos lugares onde comprar comestíveis, tais como cafeterias, lojas especializadas em lanches (sucos e sanduíches), etc. A parte inferior indica a localização dos diversos tipos de lojas, tais como: aluguel de bicicletas, boutiques, supermercados, lojas de flores, de presentes…
Um minimercado de conhecida rede na Holanda…
A estação dispõe de bilheteria, o que garante sua viagem caso tenha se esquecido de comprá-la pela internet.
Um dentre os mais conhecidos supermercados holandeses também se instalou na estação. Pode não parecer, mas facilita a vida de quem ainda tem que enfrentar o dragão, isto é: o fogão, ao chegar a casa.
ATENÇÃO: todos! os banheiros são pagos, até mesmo os dos restaurantes, e o usuário poderá pagar com moedas ou cartão de crédito ou Travel Money. Cartão de Débito, evidentemente, apenas para quem seja cliente de algum Banco Holandês. Os banheiros são bem iluminados, limpíssimos, arrumados, bem municiados com sabonetes e papéis. Alguns ainda disponibilizam produto especial para o usuário higienizar o assento do vaso sanitário, se assim o desejar.
A estação é muito grande! Como na mesma plataforma, normalmente, param dois trens com destinos diferentes, nos corredores há indicações da hora da partida dos trens, bem como em qual plataforma está parado, e ainda: se o acesso se dá pelo lado direito ou esquerdo do corredor principal da Centraal. Dependendo do lugar a que se destina, a diferença entre os horários de partida é mínima. Isso significa que se você perdeu um trem, logo depois já poderá pegar outro.
ACIMA: Observe que os ônibus ficam no mesmo nível que as plataformas dos trens. De acordo com o que foi dito, os acessos – ônibus e trens – são por intermédio de escadas rolantes (ou não), e elevadores para portadores de deficiência física.
BALSAS Repito: dos fundos da estação e bem em frente a um túnel construído na lateral esquerda da Centraal, direção Rio IJ, partem as balsas.
O CUYPERSPASSAGE ou Tunel de Bicicleta, de 110 m de comprimento, é o nome dessa passagem a que me referi. Na parede da direita, direção IJ, há um mural belíssimo criado pela artista Irma Boom, composto por 77.000 azulejos pintados à mão. Antes da inauguração desse túnel, os ciclistas trafegavam ao redor da estação para chegarem até as balsas ou, em sentido inverso, à frente da estação: Stationsplein.
Os ÔNIBUS são acessíveis por escadas rolantes (ou não) na parte Norte (junto ao Rio IJ). De lá partem para diversos lugares, incluindo ônibus para Zaanse Schans.
Já escrevi na postagem de Zaanse, mas não me custa lembrá-los a respeito do painel ilustrativo acima. Cada ônibus parte de um ponto designado por uma letra e o objetivo do painel é mostrar em que ponto/letra estacionará o ônibus onde você embarcará.
O 391 foi o que nos levou até a Vila de Moinhos Zaanse, e estava parando na letra L. O painel anuncia também os horários de chegada dos ônibus. Não há atrasos nem nas chegadas e nem nas partidas.
BONDES (Trams) e METRÔ têm pontos em frente à Centraal. São 9 linhas de tram: 12, 17, 13, 11, 2, 14, 4, 24, 26. Mapas da cidade informam todos os circuitos dessas linhas, bem como as direções percorridas pelo Metrô, que dispõe de 5 linhas. Uma particularidade muito interessante chama atenção: o paralelismo que acontece em algunstrechos com as cinco linhas, permitiu que muitos acessos entre elas fossem construídos, incluindo passagens para uma linha de trem. O mapa abaixo ilustra bem isso. Observe as linhas 51, 54 e 53 – são interligadas em 6 estações a partir da Centraal Station, sendo que, na 5ª estação, há acesso para a linha férrea que poderá levá-lo até ao aeroporto.
A parada dos trams, em frente à Centraal Station – à esquerda.
Há vários tipos de bilhetes de transportes (clique aqui e saiba mais com o brasileiro Daniel Duclos) em Amsterdam, mas quando não usávamos a “Viação Canelinha” só andávamos de tram. Comprávamos sempre ao embarcar, com Travel Money ou Cartão de Crédito. Cartão de Débito, só se você tiver conta em algum Banco Holandês. Moeda corrente NÃO É ACEITA para aquisição de bilhetes de transporte.
TRAMS: PORTAS e BOTÕES. Há portaS destinadas para entradaS e para saídaS. Em frente à porta de entrada, que normalmente fica no vagão do meio do tram, há um balcão de venda de passagens. Facilita muito, caso você não tenha adquirido nenhum tipo de cartão de transporte por antecipação. Era nesses balcões que comprávamos nossas passagens sempre que utilizávamos o bonde. Não compramos nenhum tipo de cartão de transporte especial por não acharmos vantajoso. Digamos que tenhamos adquirido um cartão com validade para 24 horas. Legal! Neste espaço de tempo poderíamos embarcar em tantos ônibus e/ou bondes enquanto o cartão estivesse na validade. Acontece que sempre íamos de tram para algum lugar e quase sempre voltávamos a pé. Ou seja: caso optássemos pelo cartão de 24 horas, estaríamos perdendo $$$. Todos os cartões, obviamente, começam a contagem do tempo assim que você o valida pela primeira vez. São mais em conta, é verdade, mas mesmo assim poderá não ser vantajoso se você não o aproveitar como convém.
AQUISIÇÃO de PASSAGENS NO PRÓPRIO TRAM Dependerá do tamanho do veículo a inclusão desse balcão. Bondes pequenos não contam com esse serviço; nesse caso, o próprio condutor venderá a passagem. Esse bilhete poderá ter diversos tipos de validade e por isso você deverá informar na hora da aquisição qual o tipo de bilhete desejado. Comprávamos sempre cartões de uma hora. Há bilhetes de 24 h, 48 h, uma semana, enfim, vários vencimentos conforme já foi dito acima.
BOTÃO VERMELHO PEQUENO, BOTÃO VERDE, BOTÃO GRANDE VERMELHO As passagens devem ser compostadas nesse botão grande, redondo e vermelho que aparece na foto. Basta encostá-las no botão que ele emitirá um som parecido com campainha de bicicleta! Caramba! Um “plinzinho” daqueles até dentro do bonde!… Pode isso, Arnaldo? Pode. Serve para validar a entrada do passageiro. Todos têm que cumprir esse ritual nos ônibus e trams. Não temos experiência de viagem em Metrô, mas imagino que haja algum processo semelhante para registrar entrada e saída dos passageiros.
SALTAR Segundos antes de chegarmos ao ponto onde iríamos descer, levantava-nos e pressionávamos o tal botão vermelho. O vermelhopequeno, que é do mesmo tamanho do botão verde que você vê na foto. Quando o bonde parar, pressione o botão verde para que a porta se abra. Catraca aberta, novamente encoste o cartão (a passagem) no botão grande vermelho para registrar sua saída. Parece complicado, mas não é.
O RESPEITO AO CONSUMIDOR na maioria dos países europeus é digno de nota. Amsterdam é digna de aplausos. Observe os monitores. Há alguns deles nos bondes (trams) e nos ônibus. Anunciam não apenas todas as paradas até o destino final, bem como o horário em que o veículo irá parar em cada uma delas.
No exemplo abaixo: estávamos parados da Praça Dam às 15.16 h, e no monitor já havia a previsão de parada na Centraal Station ( a estação seguinte à Dam) às 15.21 h. Dificilmente erram!
No ponto final, em frente à Centraal Station, o monitor informa quais os ônibus, linhas de tram, Metrô e balsas estão no entorno.
E como só não são perfeitos porque são modestos, destinos e horários das próximas saídas de trem também são informados nesses monitores. É demais!…
Imagem obtida no Google Maps.
VIAÇÃO CANELINHA é como costumo chamar minhas pernas quando ando a pé. Usávamos o bonde (tram) para distâncias um pouquiiinnnho maiores, ou então as canelas. Metrô é condução rápida, mas não lhe oferece oportunidade de saber por onde está passando. Tudo dependerá de escolhas.
Informações preciosas a respeito dos meios de transporte você poderá obter clicando aqui: trata-se da máquina comandada pelo brasileiro Sr. Daniel Duclos – um site fantástico para ninguém botar defeito.
O assunto Keukenhof já deu o que falar, filmar e fotografar, mas a gente sempre acaba lendo alguma novidade em algum lugar – e esta é a questão desta postagem.
IMAGEM DESTACADA: Tulipa BRASIL, uma das raridades da estufa.
Tenha certeza de que um dos passeios mais belos, atraentes e inesquecíveis na Holanda fica nas proximidades de Amsterdam e chama-se ZAANSE SCHANS, onde o interessado poderá chegar de trem ou de ônibus.
Não fizemos o trajeto de trem – e explico logo abaixo o motivo -, porque o ônibus nos deixou na porta deste Paraíso. E para você saber como saltar na entrada do parque, basta seguir o roteiro que indico abaixo.
IMAGEM DESTACADA – Clique na beira do Rio Zaan.
COMO CHEGAR DE TREM
No mapa acima você pode ter uma idéia do trajeto feito por trem, marcado em linha vermelha. O roteiro feito por ônibus o Map marcou em cinza. Ressalto que ambos saem da Centraal Station, a estação ferroviária de Amsterdam.
O TREM
segue na direção Uitgeest. Observe as indicações que é para não seguir até ao final da linha! Convém consulte no site da NS os horários de partida e o preço da passagem. O site é bastante informativo e avisa caso haja algum imprevisto. A viagem é curta (são menos de 20 minutos) e o preço do bilhete é menor que o ticket do ônibus (cerca de 5 €). Entretanto, você terá o inconveniente de ter que saltar em Koog-Zaandijk (vide mapa) e andar a pé um bom pedaço. Não é nada parecido como atravessar o Saara, mas terá que caminhar um pouco.
OBS: há um trem que vai direto para Uitgeest! Não embarque neste expresso! Embarque no “parador”!
Foto da Centraal Station, no Centro de Amsterdam. Atrás da estação param os ônibus para Zaanse, em uma plataforma acessível por escadas rolantes. Neste prédio imponente há comércio variado e organizado.
COMO CHEGAR de ÔNIBUS
Aí, é moleza!…Caminhe até a parte de trás da Centraal Station. Neste local você estará na margem do Rio IJ, que cito apenas como uma referência. Suba as escadas rolantes. “Niki” você sair da escada, já estará em uma “rodoviária” onde param ônibus para diversos lugares, incluindo o que vai para Zaanse.
Um dos indícios de que você chegou ao lugar certo é o teto transparente que aparece em vários cartões postais, e onde se lê AMSTERDAM em letras garrafais pintadas em vermelho. Ou seria laranja?
E como país organizado (ou quase) é outra coisa, observe a foto acima! Vários painéis desse tipo você encontrará em lugares estratégicos nesta rodoviária. E como os locais de embarque são muitos, estes painéis indicam a letra do ponto onde estacionará o ônibus em que você embarcará. Melhor dizendo: neste painel maior que na foto está no centro (Vertrek Bussen), a coluna da direita informa o tempo que falta para os ônibus chegarem. Em nosso caso, fomos para o ponto letra L porque nosso destino era Zaanse Schans, linha 391, e que chegaria em 2 minutos.
O EMBARQUE
decepcionou-nos pela desorganização. Não há filas para embarque e por este motivo ninguém respeita ordem de chegada! Na hora em que o ônibus encosta não chega a ter tumulto, ninguém corre, mas o pessoal embola na porta e o embarque é feito de qualquer maneira. E não pense que vão ceder lugar aos mais velhos porque será difícil. Esse é o tal “quase organizado” a que me referi.
EM CASSIS, no SUL DA FRANÇA,
aconteceu de eu e meu fiel escudeiro sermos os primeiros a chegar ao ponto do ônibus para Marseille. Esperamos pelo dito cujo por aproximadamente duas horas, e na hora do embarque quase ficamos do lado de fora! Não dá para entender o porquê de tanta falta de respeito, de tanta desorganização.
MAS, VOLTEMOS PARA AMSTERDAM. Se por acaso você não tiver nenhum dos tipos de cartão de transporte (são dezenas de cartões que circulam na Holanda e é um rolo danado), não se aflija: você, com seu cartão de crédito ou com seu travel money, tranquilamente, pagará sua passagem diretamente com o motorista, sem problema algum. A tarifa é ponto-a-ponto.
Bom! Você achou o ponto para Zaanse e tá lá esperando o ônibus que chegará em 2 minutos, lembra? Acontece que, caso você tenha saído da escada rolante e passado direto sem observar o painel Vertrek bussen, não se preocupe porque em cada ponto também há indicações das próximas saídas para os lugares de destino. Portanto, caso você marcou bobeira porque se enrolou e não conseguiu embarcar porque passaram na sua frente e o ônibus encheu, o painel indica o horário de partida do próximo busão. Portanto, istepô, não tem erro porque os ônibus partem de 15 em 15 minutos. Informações no site www.bus391.nl.
PARTIU ZAANSE!
Neste itinerário você verá uma cidade totalmente diferente da conhecida Amsterdam dos prédios tortinhos, porque uma nova cidade está sendo erguida na parte norte. Surge uma Amsterdam totalmente moderna com espaço e liberdade até para se estender um varal na varanda para secar roupas.
A Amsterdam tradicional que eu amo de paixão.
A Amsterdam moderna que está sendo erguida na parte norte da cidade, foi por onde trafegamos para chegar a Zaanse.
Amsterdam não perde seu ar bucólico apesar de todo modernismo.
A foto acima mostra o ponto final do ônibus 391, que o deixará em frente ao Zaans Museu. E na lateral do museu fica a entrada da vila Zaanse.
OBS: É neste mesmo ponto em que você desceu que embarcará no ônibus 391 para voltar para a Centraal de Amsterdam. A tarifa é ponto-a-ponto!
Entramos no museu apenas para tomar um café, e decidimos que após nossa visita ao parque o visitaríamos.
Porém, para nossa surpresa, a loja de artesanatos cedera lugar a um pequeno auditório com direito a todo o aparato necessário para a apresentação de algo importante. Havia cavalete, quadro negro, cadeiras confortáveis, material para anotação e muitos etecéteras. Resumo: perdemos a visita ao museu, não vimos a lojinha, e o Café já estava fechado porque só funcionava até as 17.00 h.
Eis a pequena ponte móvel disputadíssima para fotos.
O QUE VER EM ZAANSE SCHANS
1 – COMPRAS
Logo após a pontezinha acima, à direita, há uma loja interessante chamada Vrede. Não nos demoramos na loja devido ao atendimento rude de parte de uma senhora que me pareceu ser a dona do pedaço. E como não era a única loja na vila, batemos em retirada até mesmo porque os preços não combinavam com nosso orçamento.
2 – WEVERSHUIS – Museu Histórico.
Trata-se de uma fábrica de tecelagem doméstica e artigos para presentes. Não a visitamos e nos arrependemos. Saiba mais clicando aqui. Abre diariamente, de 10.00 h às 17.00 h
Vista do Parque Zaanse Schans.
3 – RESTAURANTES
Neste espaço há dois deles. No primeiro plano, onde se vê mesas e cadeiras ao relento, foi onde almoçamos uma sopa e um sanduíche. Não fizemos fé, mas estavam divinos! Chama-se De Twee Koppige Phoenix.
O restaurante De Twee Koppige Phoenix, sensacional, onde almoçamos.
De Twee Koppige Phoenix
A sopa saborosa que tivemos a sorte de escolher para almoçar e na qual não fizemos fé.
O pouco recheio do sanduíche foi apenas um detalhe diante do sabor do pão.
O recheio do sanduíche não era farto, mas foi suficiente para saborizar o pão super apetitoso. Meu pai costumava dizer que o melhor tempero do mundo é a fome. Será que foi este o caso?
Na parte de trás do De Twee Koppige Phoenix, bem colado, fica outro restaurante: o De Kraai, onde chegamos a entrar, olhar…, mas havia um forte odor de gordura no ar e por isso ficamos no vizinho e não nos arrependemos.
Na hora do almoço, em torno de 12.00 h, o restaurante da sopinha estava lotado. Optamos por continuar nossa visita à vila para depois voltamos, e por isso acabamos almoçando tarde. Em compensação, quase não havia mais ninguém no restaurante. Valeu!
A visita ao Parque Zaanse Schans é imperdível. Mesmo que você não goste de fotografar, garanto clicará dezenas de fotos.
Gordas ovelhas convivem, pacificamente, com patos reais que convivem com cisnes. Todos convivem com humanos que nem sempre sabem conviver com a natureza – integração quase total.
4 – ANTIQUÁRIO
Para os jurássicos iguais a mim que preservam tudo que é antigo, aproveitam tudo, e adoram um restauro, será uma visita ao Paraíso.
Tudo que você vê no parque merece atenção especial. “Dar apenas uma olhada” e ir embora não vale! Nada disso! Vá cedo e deixe-se levar por tudo o que conseguir ver, porque sua alma agradecerá. O lugar é inesquecível e você agradecerá ao Universo e a si mesmo por ter vivenciado um belo sonho.
Dentre as peças de porcelana fabricadas pela Royal Delft (foto) e artesanatos, destacam-se peças antigas tais como louças, bengalas, este cavalinho de madeira (foto abaixo), e lindas bonecas.
Havia botinas, formas para sapatos, botas para patinação no gelo e até trousses – as charmosas bolsinhas que antigamente levávamos para os bailes.
5 – BAKERY MUSEUM “The Gecroonde Duyvekater” – Museu da Padaria.
Horário: De 3ª a domingo, de 10.00 h às 17.00 h.
6 – INDIE’S WELVAREN SPICE WAREHOUSE – Specerijmolen De Huisman.
Trata-se do moinho especializado na moagem de pimenta do reino, açafrão, cravo, canela, gengibre e outros condimentos. Ao nos aproximarmos do lugar onde fica este moinho, o perfume da canela que estava sendo moída tomava conta do ar. Ao entrarmos me senti como se estivesse viajando no tempo. O moinho também oferece barras de chocolates finamente embalados. Além disso, comercializam formas originais para os interessados em fabricar chocolates caseiros.
O moinho também trabalha com chocolates finamente embalados, além de formas de desenhos bem originais para o preparo de chocolates caseiros.
Condimentos processados por um dos moinhos que visitamos. O aroma das especiarias sentia-se a distância.
7 – PUERTO WINDMILL CRUISES – Passeio Pelo Rio Zaan.
Adquirimos os bilhetes na hora, mas você pode adquiri-los, antecipadamente, clicando aqui. Os preços não assustam: 6 € adultos e 3 € crianças. O passeio dura 45 minutos, e você poderá acompanhar os pontos visitados em um aplicativo que o comandante indica para você baixar no celular e sintonizar seu idioma.
Como não consegui fazer essa manobra radicalíssima no meu celurássico (celular jurássico), o amável senhor captou minha mensagem e emprestou-nos o dele. Cada um de nós ouviu as explicações do roteiro com uma parte do fone de ouvido. Nada de excepcional. Estou sempre me prometendo não fazer mais passeios de barcos desse tipo, mas, como não tenho personalidade forte, eu mesma me saboto e acabo embarcando nessas canoas. Tenha idéia do passeio, clicando aqui.
Embarcadouro do passeio de barco em Zaanse.
Nossa sorte foi termos ocupado o primeiro banco. Não fosse assim, o senhorzinho não teria visto minha dificuldade para sintonizar o aplicativo, e ficaríamos, do barco, a ver navios.
O aplicativo instrui o passageiro a respeito da origem do lugar, dos moinhos e o que fabricam. Abordou o porquê de o moinho da foto abaixo ser desprovido de pás. Trata-se de um detalhe interessante que a tansa aqui não anotou por confiar na memória e depois esqueceu.
8 – De KAT.
Este é o moinho que produz óleo de pinho e pigmentos. De produtos para venda vimos apenas o óleo. Funcionamento do moinho: clique aqui e saiba mais.
Óleo de pinus foi o produto mais abundante que vimos à venda no De Kat.
Essa maquete mostra com perfeição a complexidade da construção de um moinho. Vale à pena dedicar alguns minutinhos para apreciar a miniatura.
Essa é a escada que acessa a parte superior deste moinho. É bastante íngreme, e construíram-na com degraus estreitos e quase um embaixo do outro. Ao vê-la, pensei logo na dificuldade que teria em ter que descer por uma persiana.
TODO CUIDADO É POUCO… Aqui você vivencia justamente o contrário do que diz aquele dito popular ” Prá baixo todo santo ajuda”. Escalar os degraus até que foi fácil. Agora, descer, é que foi o problema. Desci “discostas”, mermão! Até me aventurei a descer de frente, mas é impossível porque o calcanhar não permite que se encaixe o pé na lâmina da persiana. Ao sentir que não havia como apoiar todo o pé no degrau, optei por descer “discostas” e olhando prá baixo.
Cheguei a bater com a testa em um dos degraus, as pernas tremeram, mas valeu demais. Foi pior que subir escada de navio cargueiro vazio.
AVISO AOS NAVEGANTES
É justamente por esta escada que você acessa a parte mais interessante do moinho, ou seja, o lugar onde ficam as engrenagens e a varanda. Lá de cima vislumbra-se uma vizinhança que rende belas fotos, exclamações, e que o leva a agradecer a Deus por aquele momento lindo. As pás dos moinhos trabalham em silêncio, fato que me chamou bastante atenção. Não ouvi nenhum ruído. Nem o do vento assobiando nas lonas das pás. Nos vídeos, sim, ficaram bem audíveis por conta da sensibilidade do microfone da máquina filmadora.
Outra coisa que impressiona é a cobertura de palha desses moinhos.
Este moinho acima trabalha com madeira, mas não o visitamos.
Não faltou a barraquinha onde um senhorzinho simpático vendia suco de laranja.
Os animais, conforme citei acima, já se habituaram com a presença dos seres ditos humanos e se aproximam sem receio. Este cisne foi um deles. Parei ao vê-lo que se aproximava, e por pouco ele não pisou no meu pé.
Neste espaço atraente dois profissionais mostravam como fabricar tamancos de maneira artesanal. A atração é imperdível por conta do processo utilizado. Neste mesmo espaço há exposição e venda de tamancos maravilhosos.
Quem imagina que pedaços toscos de madeira como esses, se transformam em tamancos maravilhosos?
TAMANCOS REGIONAIS
Em algumas vitrines há informações muito interessantes a respeito desse tipo de calçado ainda tão admirado e decorativo. No fundo dessa vitrine há um mapa que mostra tipos de tamancos de acordo com a região da Holanda.
Tradicionalmente, cada região tinha seu próprio estilo de sapato de madeira. Forma e trabalho executados nos calçados eram pormenores que denunciavam a que região pertencia quem o calçava. Havia tamancos para diversas ocasiões e, dentre elas, os dominicais destacavam-se mais por sua beleza que por sua utilidade. Esta diversidade de estilos de tamancos existe até hoje.
Como a plateia é pequena e os interessados em assistir à fabricação dos tamancos são muitos, os artesãos se revezam para mostrar como moldam a madeira utilizando-se de máquinas. Clique aqui e saiba como. As peças são trabalhadas uma a uma, mas, rapidamente, um pedaço de madeira transforma-se em um calçado. A entrada é “de grátis”.
Alguns modelos impressionam pela similitude com modelos de sapatos atuais e este tamanco preto é um exemplo. Se eu desconhecesse a matéria prima deste modelo, pensaria tratar-se de um sapato social fabricado em couro. Gasto pelo tempo, evidentemente, mas de couro.
O modelo dessa “sandália” preta vê-se em muitas vitrines de calçados masculinos, e o mais interessante é que as fábricas de calçados lançam esse modelos como sendo “novidade”.
Usar um tamanco desses seria torturante? lembremo-nos de que não flexionam…
Outros tamancos ricamente entalhados com e sem calcanhar.
E para nossa surpresa, um tamanco originário de Teutônia, município do Rio Grande do Sul, decorava a vitrine! Bah, guri, que emoção!
Esta cidade é considerada um dos polos moveleiros do Estado. Para que tenham idéia, são 50 empresas no total. Adoramos vê-lo na vitrine. Ao lado esquerdo do brasileirinho colocaram um tipo de calçado que já vi à venda no Brasil, porém, fabricado com uma diferença: no calçado brasileiro acrescentaram uma tira de couro na altura do peito do pé. E o chinelo da direita, dispensa qualquer comentário.
A EVOLUÇÃO DO TAMANCO – Quem nunca viu os modelos da esquerda, calçando milhares de pés femininos no mundo inteiro e no Verão?
Fico imaginando uma criança aprendendo a patinar com uma peça dessas nos pés. Não deve ser uma tarefa fácil.
Sem comentários para o modelito que parece morder a perna de quem o calça. Nem para fazer comercial de pasta de dente eu usaria um tamanco desses.
Outro tamanco de gosto duvidoso é este que imita o pé calçado com meia arrastão. É um horror!
O local onde os profissionais mostram como os tamancos são fabricados. Um a um são moldados, primeiramente, nas máquinas da direita. É onde o calçado ganha volume e modelo – o tamanco propriamente dito. E na máquina da esquerda, moldam as cavidades onde entram os pés.
As pontaa são cortadas por último, manualmente, em uma guilhotina. Depois, vêm os acabamentos.
Na loja há tamancos para todos os gostos e orçamentos.
Calçados fabricados em tecido grosso, quentinho, para serem usados em casa por crianças e adultos.
Uma idéia genial são os tamancos em madeira servem de porta escova de sapatos. São lindos, originais e a tansa bobeou mais uma vez e não trouxe nenhum.
Modelos bem diferenciados decoram uma das paredes da exposição.
Ao redor da exposição três pares de tamancos bem grandes servem para divertir os visitantes e chamar sua atenção para sacar aquela foto mico. Sabe qual?
10 – HOLANDA – MUITO ALÉM DOS MOINHOS – Clique aquie saiba porquê.
Nosso objetivo era visitar Keukenhof, o jardim que é considerado o mais bonito do mundo. Visitamo-lo em esquema especial, cujo passo -a-passo está em outra postagem que você pode visualizar clicando aqui. Mesmo que não soubesse da existência do famoso parque, a visita a Zaanse Schans teria valido a viagem.
O MOVIMENTO COBRA foi criado por artistas vanguardistas europeus procedentes de Copenhague, Bruxelas e Amsterdã e este bistrô fica em uma praça localizada em frente ao RIJKSMUSEUM. Foi neste lugar encantado, o Cobra Café, que vi pela primeira vez o que descrevo abaixo e provo com fotos.
IMAGEM DESTACADA – Acesso ao subsolo do Cobra Café.
IMAGEM DESTACADA – Ponte na Herengracht, próxima do restaurante De Belhamel
Dentre os brasileiros residentes no exterior que optaram por compartilhar suas experiências e ajudar o próximo em suas andanças pelo Velho Mundo, destaco quatro poderosas “máquinas” que cito a seguir pela ordem que as conheci:
Mola propulsora sem a qual não teríamos vivenciado momentos mágicos nos campos perfumados pelas lavandas da Provence. Foram experiências únicas vividas em cenários paradisíacos em companhia de Leonor Gonçalves. Leonor foi quem nos conduziu em seu carro pelos roteiros elaborados pela brasileira Anaté Merger, que tivemos a satisfação de conhecer por intermédio da Sra. Maria Lina, a autora do Conexão Paris. Anaté Merger é produtora de outro blog sensacional chamado www.naprovence.com.
Outra máquina que mantém suas engrenagens super azeitadas é a do brasileiro Daniel Duclos. O brasileiro e sua mulher sabem TU-DO a respeito de Amsterdam e mais alguma coisa. Seu dente doeu? Ele indica dentista brasileiro. Aquisição de Ingressos em geral (passeios, museus, viagens pelos países vizinhos), Transfer Schiphol/Amsterdam/Schiphol, passagens aéreas, busca por hotéis, sugestões de roteiros, caminhadas pela cidade, transferência de dinheiro, enfim… O trabalho denominado Ducs Amsterdamé muito, muito mais que um blog. A meu ver, trata-se de uma respeitável enciclopédia.
Magere Brug, em Amsterdam.
CANAL SINGEL – Em primeiro plano, uma das dezenas de reclusas que controlam o nível de água dos canais de Amsterdam.
A brasileira residente na Holanda, mas não em Amsterdam, também contribui para que você amplie seu horizonte nos Países Baixos. Trata-se do Holandesando, escrito pela paulista Roberta Landeweerd. A brasileira também marca belíssimos gols de placa.
E para nos despedirmos de Amsterdam, contratamos o transfer para o aeroporto com Caroline Adiegah, do Andantes na Holanda. Quem nos apresentou Carol? Isso mesmo: Daniel Duclos, aparecendo muito bem na fita mais uma vez. Em um carro confortável seguimos até Schiphol batendo um papo prá lá de gostoso a respeito de Amsterdam. A novidade ficou por conta das obras de alinhamento de algumas casas da cidade.
APRUMANDO AS CASAS TORTAS DE AMSTERDAM
Nós quisemos saber a respeito das obras que encontramos em muitos pontos da cidade, e para nossa surpresa dizem respeito à estrutura das casas que estão tortas. Carol é estudiosa da cidade onde vive há 10 anos. Com riqueza de detalhes, ela explicou-nos o porquê de algumas casas terem saído do prumo e o que está sendo feito para reestruturá-las. E o material empregado, é importado de onde? Do Brasil! Agora, qual material empregam… melhor parar por aqui.
Andantes na Holanda opera excursões pela Holanda e Bélgica, tours pela Cidade Dos Moinhos, Amsterdam a pé, Distrito da Luz Vermelha, Museus Van Gogh e Rijksmuseum guiados, passeios de bicicleta e transfers.
PARIS e AMSTERDAM – DICAS.
Em Paris sigo as dicas do Conexão Parise do Na Provence.com. Em Amsterdam e arredores, seguimos dicas dos Ducs Amsterdame do Holandesando. Bilhetes para museus, ônibus, trem e passeios foram adquiridos por intermédio destes dois blogues.
Em 20 dias viajando pela Europa, tudo deu certo, e por isto somos gratos a todos aqueles que nos abriram caminhos.
Uma frase atribuída ao General Cneu Pompeu Magno, no primeiro século antes de Cristo, foi reafirmada por Fernando Pessoa em um de seus poemas de “Navegar é Preciso“. Concordo. Compartilhar, também.
“Viajar… A melhor forma de se perder e de se encontrar ao mesmo tempo” – Brenna Smith
A postagem é de autoria da amiga Angela Loreto, viajante impetuosa que não descansa enquanto o alvo que a motiva a puxar uma mala não é alcançado. Ela começa nos dizendo o seguinte a respeito de Keukenhof, em Lisse, Holanda. Ah! E quase ia me esquecendo: as fotos também são de sua autoria. Sou apaixonada por tulipas… e viagens. Daí, quando vi algumas fotos de Keukenhof, a primeira coisa que pensei foi: – Preciso ver isso! Ao vivo, e EM CORES!!! Keukenhof seria a “cereja do bolo” da nossa viagem. E confesso, não decepcionou!
IMAGEM DESTACADA – Uma pequena parte dos jardins de Keukenhof.
Neste blog pretendo mostrar roteiros que tenho trilhado desde setembro de 1985, quando atravessei o Oceano Atlântico pela primeira vez.
Fui levada para a Europa pelas mãos de amigos, viajantes experientes, que sugeriram Paris como início de uma viagem de 30 dias. Para mim, foi um grande, inesquecível e valioso aprendizado.
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