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BRASIL: Rota das Emoções Com PAULO OFF ROAD JERI (2º Dia).


IMAGEM DESTACADA: Arredores de Jericoacoara.

NOSSO ROTEIRO

2º DIA na ROTA: Lagoa do Paraíso e Lagoa Azul.
Jeri mudou. Foram mudanças radicais  e em apenas 5 anos! Nosso Deus! Dá prá assustar.
O ar bucólico de 1984, em que só se chegava à Jericoacoara atravessando as dunas a pé e com burros carregando sua bagagem, já era.
A (ex) Vila está situada em um Parque Nacional; há controle, mas não sei até que ponto. Por enquanto, Jeri não pode engordar nos quadris e só isso já é uma vantagem; isto é, a Vila não pode crescer para os lados.
Há 5 anos o burburinho da antiga aldeia de pescadores começava pouco depois de a moçada assistir ao Por-do-Sol (sim, com letras maiúsculas) do alto da duna. A noite era agitada devido ao nível descontrolado dos autofalantes que alimentavam a animação dos irrequietos na rua Principal. No  mais, a barulhada vinha de buzinas de buggys, ronco de motores de quadriciclos,e burburinho de restaurantes funcionando em quintais e varandas. Essa agitação não varava madrugadas e continua assim; prá ser sincera, diminuiu consideravelmente após as modificações pelas quais tem passado.
Na rua Principal, agora ocupada por barraquinhas de batidas incrementadas, de artesanatos, de guloseimas, não há mais barulho.
Cantores que se acompanham ao violão apresentam-se em restaurantes – ressuscitou-nos uma boa época de nossas vidas, em que podíamos andar pelas ruas do Rio à noite sem o menor temor. Era normal chegar de madrugada de sapato na mão, por ter dançado a noite toda nos arrasta-pés. Nem preciso dizer que o saudosismo bateu forte à minha porta.
Jericoacoara cresceu, conforme citei na postagem anterior, mas está organizada.
Ruas por onde trafegavam todo tipo de veículo, agora são fechadas após determinado horário e tornam-se exclusivas para pedestres. Gostei. Só isso já reduziu em muito o barulho de ronco de motores.

O COMÉRCIO
trabalha com preços justos, convidativos, beeem diferentes da exploração de Barreirinhas, MA, porta para os Lençóis Maranhenses.
Adquiri um cartão de memória para minha máquina fotográfica em Barreirinhas e paguei R$47,00 (quarenta e sete reais). Em Jeri comprei outro, idêntico, paguei R$5,00 (cinco!!! reais). Por aí você vai vendo a diferença, sem comentar outros “pormaiores” que deixo para as postagens futuras.

LAGOAS DO PARAÍSO e AZUL – “…pois talvez, quem sabe? O Inesperado faça uma surpresa…” (Caetano Veloso).

Neste dia tivemos a satisfação de conhecer Elivandro, piloto de um buggy bem descolado, que auxilia Paulo nos passeios mais descontraídos. Mas…, caso seja de sua vontade visitar as lagoas viajando em uma Hilux, não tem problema – o passageiro é quem escolhe e Paulo vai lá. Optamos pelo buggy.

Elivandro, dominando a fofura da areia em seu buggy descolado.

Elivandro é um jovem simpático, cordial, tranquilo e de bom papo.
Com precisão britânica, chegou à pousada para nos buscar no horário marcado.
Lá fomos nós ao encontro das lagoas, por caminhos nunca dantes navegados. Mesmo sendo esta a terceira vez que visitamos Jeri,
graças à ação da natureza, que naquela região se mostra bem imperiosa, “tudo muda o tempo todo” como diz Lulu Santos em seus versos. Portanto, mô quirido, você jamais! passará pelo mesmo caminho.
O paredão de areia imenso da foto abaixo foi uma das novidades que encontramos.

Meu fiel escudeiro fazendo bronzeamento natural.

Aconteceu que um pouco antes de chegarmos à Lagoa do Paraíso, a primeira que visitamos, Eli perguntou-nos se gostaríamos de conhecer uma das novidades do pedaço – o Alchymist Beach Club Lagoa Paraíso -, ou se preferíamos seguir em frente.
A burralda aqui, ao invés de dar uma olhada no tal clube e depois voltar e seguir em frente, optou por permanecer algum tempo no Alchymist e depois partir para a Lagoa Azul. Mofei com as pombas na balaia…
O Beach Club é representado por um brasão identificado por uma empresa chamada Luxury Group, estabelecido em Praga, que abrange hotéis de super luxo, restaurantes e clubes praianosDê uma olhada neste link e saiba a que tipo de luxo estou me referindo.
E foi justamente este grupo que inaugurou no Ceará duas unidades “descontraídas”: O Jardim Alchymist, no bairro da Aldeota, em Fortaleza, e o Alchymist Beach Club em Jericoacoara, com espaço separado para VIP’s na beira da praia. Espaço cobrado, claro.

Onde você paga mais caro para pegar o mesmo “Sol que te bronzeia” em qualquer lugar.


Mas não para por aí. Na beira d’água, colocaram espreguiçadeiras e guarda-sóis brancos, também pagos, caso seja de sua vontade desfrutar dessa proximidade. Tudo bem diferenciado dos locais mais… mais… “públicos” (os que ficam bem mais atrás).

Pagar para se esticar em local privilegiado…
A distância existente entre quem paga para ficar na beira d’água e quem não paga…

Depois que assisti ao vídeo que passo para você nesse link, me perguntei aonde irá parar tudo isso, inda mais agora que a  ex Vila de Jericoacoara está prestes a inaugurar um voo direto para Lisboa.

OS FATOS
Quem está trazendo a marca para o Brasil é um italiano de nome Giorgio Bonelli.
Digo trazendo, porque não acredito que as investidas do empresário nessas regiões paradisíacas, parem por aí; e temo que daqui a poucos anos, a beira de algumas lagoas sejam vistas com um colar de espreguiçadeiras e guarda-sóis, onde apenas pagantes desfrutarão desses cenários que herdamos gratuitamente da natureza.

Em 27/4/2018, o jornal O POVO (on line) noticiou a suspensão da autorização de funcionamento do clube pela SEMACE (Superintendência Estadual do Meio Ambiente) a partir do dia 25/4/18, após comprovação de que as instalações foram erguidas em local de preservação permanente; portanto, em desacordo com as leis de preservação ambiental.
Segundo a SEMACE, os proprietários deveriam desocupar e recuperar a área; essa medida foi estendida a todos que se enquadrassem nesse perfil.
Dia seguinte, o mesmo jornal noticiou que o clube, em 29/4, doaria alimentos perecíveis para a população de Jericoacoara, em virtude de seu fechamento.

O problema não é novo. Em 10 de março de 2017, o jornal Portal de Camocim publicou que o Alchymist Beach Clube havia sido autuado em R$500 mil pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). É este instituto que administra o Parque Nacional de Jericoacoara.
Indignado com a medida, o empresário voltou para a Itália prá chorar suas pitangas, e ameaçou fechar a fonte de alegados 250 empregos diretos e 500 indiretos.

“ESTÁ TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES”
Após pouco mais de um ano, o Alchymist voltou a funcionar em 13/6/2018, graças a uma liminar expedida pela Vara de Justiça de Sobral – notícia do jornal O POVO, de 09/6/2018.
Sim, mas… e a construção ilegal, em local de preservação permanente, como fica?
“Está tudo como dantes no quartel d’Abrantes”.

Na entrada do clube, uma escultura assinada por um artista de Sirinhaém, PE, impressiona pela criatividade e riqueza de detalhes. É belíssima!

 

A assinatura do autor da obra está no peitoral do animal, mas ilegível.

BILHETERIA
Para passar por esta porta, apenas idosos, deficientes físicos e crianças menores de etc, não pagam.

O banheiro: lindo por fora, mas descuidado por dentro – sujo e mal equipado de material higiênico.

Criatividade demais nos pingentes das luminárias, elaborados com talos das folhas das carnaubeiras.

 

O restaurante.

Boutiques: uma, de artigos esportivos; outra, de roupas e acessórios.

O CARDÁPIO – Sugestões a preços bem mais altos que os praticados no Centro de Jericoacoara.

Embarcamos nos pasteizinhos aromatizados com camarão, matamos a sede com água de côco, pedimos a conta e…

…fomos caminhar na beira da lagoa antes de darmos continuidade a nosso passeio.


Vi a propaganda na vela da jangada e me perguntei o que seria “esquibucho”… Mas, logo, logo, matei a charada: é o contrário do esquibunda!, claro. Só pode ser a descida de peito na lona molhada. Rimos muito.


Buscávamos o trecho da Lagoa do Paraíso em que ficamos em 2013, mas nosso compromisso com Eli não nos permitiu caminhar mais e tivemos que voltar. Ficará para a próxima.

A CAMINHO DA LAGOA AZUL

 

Ainda a Lagoa do Paraíso, quase em sua plenitude.

A Lagoa Azul, que em 2013 atravessamos em jangada até alcançarmos o restaurante, encontramos quase seca…

A ingrata surpresa de vê-la tomada pelo mato e pela areia foi tamanha, que nem descemos do buggy e voltamos para Jeri.
Elivandro comentou que a Lagoa Azul secou de tal forma, que o restaurante chegou a fechar por um bom tempo por falta de clientela. Imaginem isso.

Boa parte do capim e da areia que você vê não foto, há 5 anos não existiam porque a Lagoa Azul estava cheia.

Jericoacoara, segundo informações de Paulo, ficou 5 anos sem chover!
Ficamos desapontados com a escassez de água da Lagoa Azul, mas logo adiante a frustração foi quebrada por uma breve parada de Eli ao lado de um buraco muito especial – um ninho de caburé.
De olhar aparentemente perdido, mas atento à agitação dos filhotes dentro do buraco, a avezinha que chamamos de coruja, vez ou outra, dava uma olhadela para baixo a título de conferência. Todo cuidado é pouco com essas crianças!…

Por hoje é só.

” VIAJAR É MUDAR A ROUPA DA ALMA” – poesia de camiseta.

1º DIA na ROTA clique aqui e saiba mais.
2º DIA na ROTA clique aqui e saiba.

França: Saint-Paul-de-Vence.


Foto em Destaque: Bouganville em residência de Saint-Paul-de-Vence.

Como Chegar: ônibus 400 – Vai até VENCE. Mas, como a maioria das pessoas destina-se a SAINT PAUL DE VENCE, deverá observar se no ônibus está escrito VENCE “PAR” SAINT PAUL.
Para ver itinerário e horários clique aqui; ou aqui  > LINHA 400 – LINHA NICE VENCE; e ainda aqui > LINHA 400 NICE – VENCE.

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Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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EMOÇÕES (nada a ver com o cantor Roberto Carlos):

Comecei a viajar em setembro de 1985 e desde então dois momentos haviam me tocado profundamente em todos esses anos. O primeiro foi no Chile, quando, do alto do Vulcão Osorno coberto de neve, vislumbrei a Cordilheira dos Andes emoldurando Santiago. Indescritível! não só pelo fato de eu estar afundando meus pés na neve até quase os joelhos em um vulcão adormecido, mas também por estar cercada por uma cadeia de montanhas poderosa.

Estava em companhia de mais três amigos. Ficamos em silêncio por alguns instantes para ouvir o misterioso barulho do NADA.

Um silêncio espontâneo, brotado da necessidade de cada um de meditar por alguns instantes diante de um poder que não sabemos de onde vem; de calar diante de um grande mistério que nos rodeira, mas que sabemos que observa cada um de nós em tempo integral; necessidade de orar, de homenagear com admiração e quietude aquele encontro com a natureza.

Foi um momento de paz!… De muuuiiita paz. De comunhão de almas interrompida por nossa esfuziante alegria, por nossos comentários quanto à felicidade de estarmos ali, apenas os quatro, abraçados naquele ponto do planeta.

Diante de tanta grandiosidade, pergunto:  – Quem somos, afinal?Quero voltar ao Osorno!…

O segundo momento foi quando juntamente com familiares  e estes mesmos amigos, tivemos a sorte (não é mais permitido) de atravessar os Lençóis Maranhenses em quadriciclo, navegando de Barreirinhas até Atins. Eram cinco máquinas vermelhas desenhando um balé espetacular na areia das dunas. Ambos os momentos foram indescritíveis; emocionantes; inesquecíveis.

As emoções mais recentes e igualmente significativas foram: uma, quando me vi em Biot diante da escultura de dois dançarinos de autoria de Kees Verkade intitulada L’Envol, e a outra em Saint-Paul-de-Vence.

O que quero dizer? Que cada lugar por onde passei sensibilizou-me de um jeito e Saint-Paul não foi diferente. Tocou-me ao resgatar momentos felizes de minha infância passados na fazenda de meu avô.
Essa memória devo à Chambre aux Confitures da qual falarei um pouco mais abaixo.

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Nice – Ponto de Ônibus para Vence – observar se é via Saint-Paul – na Praça Alberto 1º, ao lado do Hotel Méridien.

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Saint-Paul-de-Vence. Vista parcial.

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Neste café, à direita de quem chega a St.Paul, não nos deram a menor atenção. Após tempo suficiente de espera para sermos atendidos e nada aconteceu, retiramo-nos antes que mofássemos na cadeira.

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Nos mesmos moldes de Biot, Saint-Paul-de-Vence mostra um painel em mosaico com indicações do tipo de comércio que o visitante encontrará na cidade.

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Neste caminho que beira a cidade pela direita de quem chega,  há cafés, boutiques, galerias de arte e bela vista. Veja abaixo.

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Vista parcial de Saint-Paul-de-Vence.

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Em frente ao ponto de onde sacamos fotos da cidade (acima), está esta galeria. Chamou-nos atenção obras de Romero Brito.

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Saint-Paul-de-Vence. Obras de Romero Brito, grande talento brasileiro.

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Vista parcial de Saint-Paul.

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Saída da cidade para Cannes e Vence.

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Em todo o Sul da França, principalmente na Provence, trepadeiras espaçosas e ousadas disputam paisagens com janelas e balcões.

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Ao rever todas essas fotos, concluí que a Provence não se descreve: sente-se!

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Saint Paul de Vence.

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Ainda o caminho que circunda a cidade pela direita de quem entra.

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Rua no Centro antigo de St. Paul.

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Roupas secando embaixo de janelas – adoro!

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O que dizer de um lugar como este?

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Dizer que a cidade é puro charme é pouco; muito pouco.

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Arte até no calçamento de algumas ruas de St. Paul.

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LA CHAMBRE AUX CONFITURES:

Antes de mais nada é preciso dizer que geléia não é a mesma coisa que confitures (marmelade)
Geléia, como o próprio nome sugere, são elaboradas apenas com o sumo das frutas e nem todas culminam em bons resultados.
Para que uma fruta tenha a aparência de gel no final de seu cozimento é necessário que seja rica em pectina, tais como: pêssego, maçã, mirtillo, framboesa, amora, morango, cassis, groselha, limão, laranja, tangerina e outras.
E confiture (marmeladas) são doces de frutas que minhas tias e avó – todas de origem germânica pelo lado materno -, faziam em casa e chamavam de schmier, chimíer ou, mais aportuguesado, chimia.  Nesses doces, as cascas de algumas frutas eram aproveitadas tais como a da laranja (cortada bem fininha), a da uva, e a do pêssego.
A chimia mais comum era a de banana, deliciosa, que ficava horas sendo mexida no tacho sob fogo de fogão à lenha, até ficar bem vermelha. As framboesas eram colhidas nas cercas quilométricas que separavam a fazenda de meu avô daquela do vizinho.
Qual a mais cara, você sabe? A geléia, por motivos óbvios.
Quando vi esta boutique, não resisti e entrei. E à medida em que percorria os olhos pelas prateleiras, regredia no tempo e lembrava de minha infância “nas terras” de meus avós maternos.
Revi as dezenas de vidros de conserva arrumadinhos nos armários da imensa cozinha e me lembrei que ficava admirando aqueles vidros coloridos pela miscelânea de legumes, alguns, e de frutas, outros.
Como minha avó fazia para que ficassem tanto tempo ali sem estragar? Tinha curiosidade…, perguntava…, mas a resposta era sempre a mesma, curta e grossa : – Não precisa saber! Ou então, na melhor das hipóteses, vinha um “mais tarde você aprende”. Realmente aprendi, fiz algumas, mas nem todas deram certo.
Os vidros eram especiais: grandes, espessos e em cuja tampa havia um arame grosso e uma borracha entre a tampa e o vidro propriamente dito, para vedar. Tenho desses vidros em meus armários de cozinha, que utilizo para guardar biscoitos, farinhas, cereais. Felizmente, ainda encontramos esse tipo de “conserva” para vender em algumas localidades de Santa Catarina.
E foram esses vidros que momentaneamente vi diante de meus olhos naquela rica estante da boutique, e me emocionei. Voltei no tempo em fração de segundos e vi o quanto tive infância feliz.

MUSEU FRAGONARD, em Grasse:
A mesma emoção tive no Museu Fragonard quando vi na vitrine vidros de perfume que minha mãe usava e nos quais não podia tocar.
Diversos sabores, cores e aromas estavam ali na minha frente. Todos “chuntos e reunitos” – com este “erre” bem vibrante como quem imita o barulho de um motor com a língua -, pronúncia que ainda ouço de familiares quando estou  em Santa Catarina.
A escolha é difícil: são diversos sabores de uma só fruta, de mistura de frutas e de frutas temperadas com especiarias.
Bateu aquela vontade de comprar a loja inteira, mas… quem daria conta do peso?

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La Chambre Aux Confitures –  mais dois endereços em Paris, um em Estrasbourg e outro em Lille.

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Estante de geléias de frutas. Não resistimos e trouxemos quatro vidros de sabores diferentes. Todos, deliciosos.

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Tal qual o Sul da França, a loja é uma festa de cores, aromas e sabores.

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A boutique trabalha também com chás, calisson e diversos tipos de doces.

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Uma jovem senhora simpaticíssima nos atendeu e disse-nos que duas outras brasileiras haviam estado na loja, fotografaram-na, prometeram divulgar a loja, mas que até aquele momento nada havia acontecido.
Provavelmente, ela não botou fé de que faria esta postagem, mas… aqui está.
Mais informações clique aqui.

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Rua de Saint-Paul-de-Vence.

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Mais do que recomendável. Preços convidativos e atendimento rápido.

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Pura delícia: massa ao dente, recheio honesto, molho caseiro, manjericão fresco e “aquele” queijo.

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Restaurante muito bom onde almoçamos o belo e saboroso prato de massa que você vê acima.

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Vista parcial de St. Paul-de-Vence.

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Paisagem de Saint Paul.

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Escultura interessantíssima elaborada com ferraduras.

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Bouganville – a arte maior.

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