Florianópolis, SC: Lagoa do Peri e Praias: da Solidão, dos Açores e do Pântano do Sul.


Foto Destaque: Beira da Estrada que leva os audaciosos ou os bem preparados  à cachoeira da Lagoa do Peri.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

Vai de quê?

Partindo de ônibus do Centro de Florianópolis, mais precisamente do antigo terminal da Av. Paulo Fontes, pegue o executivo Pântano do Sul 4120, o amarelinho . Mais informações tais como trajeto, horários e tempo de viagem clique aqui.

De carro: pegar a SC-405, passar pelo Rio Tavares e seguir em direção ao Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão da Ilha até encontrar uma bifurcação. Seguindo à direita, você continuará pela SC-405 e chegará ao Ribeirão da Ilha e à Caieira da Barra do Sul pela antiga estrada.

Para a esquerda você irá em direção à Armação (do Pântano do sul) pela estrada que passa a ser a SC-406 a partir deste ponto. Passará pelo Parque Municipal da Lagoa do Peri e seguirá em direção ao Pântano do Sul propriamente dito e demais praias anunciadas no título deste post.

Assim que passar pelo Morro das Pedras, logo à direita está a Lagoa do Peri. Impossível passar sem perceber a entrada.

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Localizado logo após a descida do Morro das Pedras, em frente à Praia da Armação.

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Lagoa do Peri. Em baixa temporada.
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Areia fina, águas limpas e calmas. Ideais para idosos e crianças.
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Ofertas de pedalinhos, caiaques e pranchas de remo em pé.
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Local ideal para piqueniques. Churrasqueiras são proibidas.
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Não só na Lagoa do Peri, mas em outros parques existentes em Florianópolis, os pequenos comemoram aniversários com tudo a que têm direito: doces, salgados, bolo… uma idéia excelente e que sempre agrada a garotada.

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A lagoa foi tombada em 1976 como Patrimônio Natural. O Parque Municipal foi criado e regulamentado entre 1981 e 82. Possui 23 km².

O início da construção da sede foi em 1997 e comporta extensa área de lazer com restaurante, mesas e bancos para piqueniques, área especial para crianças com variedade de brinquedos, área de exercícios e amplo estacionamento. O parque é muito bem cuidado e sinalizado. Há um salva-vidas de plantão na alta temporada e os esportes náuticos não podem ser praticados sem coletes, fornecidos quando do aluguel dos equipamentos.

Antes do estacionamento há uma torneira muito bem arquitetada à disposição: além de economizar água devido ao sistema de bombeamento, só permite a limpeza de pés porque a saída da borracha é baixa, curta, está presa e direcionada unicamente para baixo. Dê uma olhada na brilhante engenharia.

Estacionamento, restaurante e área de exercícios estão logo à direita, na entrada do parque.

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Restaurante do parque.
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Praça dos Exercícios.

Seguindo um pouco mais na direção sul, encontramos as Praias da Armação e Matadeiro e a Ponta das Campanhas – matéria de post já tratado aqui no blog.

Mais um pouco para frente estão: o Pântano do Sul, As Praias dos Açores, Solidão e Saquinho (acessível apenas por trilha ou barco quando o mar permite desembarque).

Chegando ao Pântano, você logo verá a praia e poderá estacionar seu veículo na areia dura da praia. Há uma área reservada para isso.

À direita, seguindo pela Estrada João Belarmino da Silva até o final, você passará pela Praia dos Açores – uma extensão da Praia do Pântano do Sul tal qual Leme/Copacabana – e chegará a uma encruzilhada em “T“. Para a direita, você irá para a Costa de Dentro – área de sítios -, caminho para a Cachoeira da Lagoa do Peri.

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Costa de Dentro.

Eu e meu fiel escudeiro tentamos chegar até lá, mas foi impossível. A estrada é péssima, chão de barro e pedras, muitas curvas, ladeiras íngremes a ponto de o carro escorregar e não conseguir subir (Renault Clio) e, além de tudo, muito longe. Estrada para quem tem um 4×4.

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A paisagem do início foi bem convidativa e a estrada também. Logo após começou a piorar bastante e mesmo assim seguimos adiante.
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Paisagem do sul da Ilha de Florianópolis.
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Costa de Dentro – Sul da Ilha de Florianópolis.
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Floripa. Quem duvida?
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Esta ficou em segundo lugar em minha preferência.

Antes que acabássemos com o carro de minha cunhada decidimos voltar e retomar nosso caminho até a Praia da Solidão. E do ponto de onde voltamos saquei esta foto:

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Enseada do Pântano do Sul. À esquerda, Ponta do Marisco e o bairro Pântano do Sul propriamente dito. À direita, o bairro dos Açores e a Ponta das Pacas. Ao fundo, Ilhas: de Fora e Irmã do Meio.
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Praia dos Açores. Ao fundo, Pântano do Sul, áreas residencial e comercial.
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Açores. Linda!

Na citada encruzilhada em “T” vê-se a placa abaixo, bem indicativa. Você só se perderá se tiver muita personalidade.

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À esquerda, chegamos à Praia da Solidão. À direita, a Ponta das Pacas. À esquerda, uma das três ilhas denominadas Ilhas das Três Irmãs: Irmã Pequena, Irmã do Meio e Irmã de Fora.

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E pensar que Dorival Caymmi cantou em uma de suas canções: “É doce morrer no mar/Nas ondas verdes do mar”. Só em poesia mesmo.

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Praia da Solidão. Ao fundo, o morro que circunda a Praia do Pântano do Sul.
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Ponta do Marisco – Áreas residencial e comercial.
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Ao fundo, Praias da Solidão e Saquinho. Pontas: das Pacas, do Saquinho e do Pasto.
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Pesqueiros junto à Ponta do Marisco.
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Praia do Pântano do Sul.
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Preguiça do mar para se esticar e ir lamber as areias da beira da praia…

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Preguiça desse mar até para se dobrar em ondas…
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Se todos os pântanos…
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… fossem iguais a você.

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BRASIL, SC – Florianópolis: Trilha para Naufragados.


IMAGEM DESTACADA: Farol de Naufragados, Sul da Ilha de Florianópolis.

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(Imagem do Google Earth)

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

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Em janeiro deste ano comecei a escrever a respeito da trilha que leva à Praia de Naufragados. Clique aqui para saber mais informações.

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Na postagem anterior foi dito que o início da trilha para Naufragados fica em um bairro chamado Caieira da Barra do Sul, seguinte ao Ribeirão da Ilha (vista parcial).

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A caminho da Caieira da Barra do Sul. Na foto, pequena parte do Ribeirão da Ilha.

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Fazenda de ostras, Ribeirão da Ilha, o maior produtor em SC.

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Quem diz que tanto bucolismo fica ao sul da Ilha de Florianópolis?

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Ribeirão da Ilha

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TEMPO DE CAMINHADA:

Não era de hoje que ouvia falar nesta trilha e no tempo gasto no percurso, bastante variável por sinal.

“Quarenta minutos” é a média, diziam uns – jovens, evidentemente. Para outros, “cinquenta… mais ou menos uns cinquenta minutos”. Tava subindo a cotação quando batemos o martelo ao ouvirmos que o percurso de 3 km poderia ser coberto em uma hora. Beleza.

Continuar lendo BRASIL, SC – Florianópolis: Trilha para Naufragados.

Florianópolis, SC: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.


Imagem Destacada: Ponta das Campanhas, “divisor de águas” entre as Praias da Armação e Matadeiro.

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VAI DE QUÊ, ISTEPÔ? Continuar lendo Florianópolis, SC: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.

O Que Não Pode Faltar na Bagagem? Identifique Sua Mala por Dentro e Por Fora! Onde Você Pendura a Roupa que Lavou no Banheiro de Seu Quarto de Hotel?


Imagem Destacada: Isabella P.B.A, Samira Red Degremond e a joaninha que identifica minha mala por dentro.
Bilhetes comprados para a próxima viagem, começo a pensar na arrumação da mala.  Continuar lendo O Que Não Pode Faltar na Bagagem? Identifique Sua Mala por Dentro e Por Fora! Onde Você Pendura a Roupa que Lavou no Banheiro de Seu Quarto de Hotel?

Praça Garibaldi, Uma Atração à Parte. Nice, França.


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: clique duas vezes na luvinha para ver a imagem aumentada. 

MEU PRIMEIRO CONTATO COM A PRAÇA:

Quando saltei do tramway (Rio de Janeiro está ganhando tramway) e me vi em meio à Praça Garibaldi, imaginei como deve ser um mineirinho que pela primeira vez vê o mar.

A impressão que tive é a de que a praça, que já se destaca por suas dimensões e luminosidade, mais ensolarada ficou com a cor amarela emprestada pelos prédios que a cercam.
Outro pormenor: à certa distância, não me dei conta de que frontões, frisos e balaústres que adornam janelas e varandas eram pinturas executadas com a técnica “Trompe l’Oleil” , tamanha a perfeição do trabalho.
À medida que fui me aproximando de uma das paredes daqueles prédios é que percebi que estava cercada por um painel artístico imenso e mais maravilhada fiquei.
Tive a sorte de encontrar um Café localizado em um dos cantos da praça e ali me aboletei com o único intuito de observar longamente aquela obra prima. Não parava de olhar para cima. Deixei meu café esfriar, tomei-o em poucos goles como quem bebe um trago de cachaça, pedi licença a M. Morlaix, levantei-me e fui me colar nas paredes.
A denúncia da técnica deveu-se à pintura dos balaústres, mas mesmo assim continuei colocando em dúvida se os frontões, molduras das janelas e balcões continham relevos ou não.
Saí de lá pensativa e me perguntando: quem teria feito esse projeto? Quando fizeram a reforma e quanto tempo foi necessário para concluí-la? E a pintura, ficou a cargo de quem?
Embora cutucasse muito a internet, não encontrei qualquer comentário alusivo à obra. Foi aí que me veio à lembrança um site específico de viagens. Comecei pesquisando pelo nome de Garibaldi e acabei descobrindo em uma página, uma caixa de diálogo em que poderia perguntar a respeito de qualquer assunto (referente a turismo, obviamente), e lancei a pergunta. Horas depois fui presenteada por brasileiro morador de Nice, super gentil. Um jovem que se identificou como RTHIAGO, a quem agradeço penhoradamente pelas preciosas informações.

Assim ele escreveu:

“Olá Marilia G.

Você acabou me deixando curioso, a praça é linda porém eu também não sabia quando foi pintada e por quem etc…
Acabei encontrando um artigo SUPER interessante, entretanto está em frances. Eu não sei se você têm o domínio da lingua, se tiver está perfeito, se não tiver me avise que eu traduzo pra vc.
Espero ter ajudado !”

E como ajudou, Thiago! Como ajudou!

Como não aprecio as traduções dos programas encontrados na internet – sempre muito literais e por isso confusas -, traduzi o texto eu mesma, adaptando uma palavra aqui e outra ali para nosso idioma.

“Esta reforma compreende:

– a restauração das fachadas com a restituição das pinturas decorativas;
– a restauração das galerias;
– o retorno das ruas que fazem parte da praça, que estão englobados no projeto;
– a Capela do Santo-Sepulcro, classificada com Monumento Histórico;
– as persianas e janelas.
Os rebocos foram inteiramente retirados com picaretas até aparecer o fundo (a estrutura do prédio), para então serem refeitos com areia e cal.
As janelas, que haviam sido trocadas recentemente e que não eram mais no modelo em madeira dos séculos XVIII e XIX, foram trocadas para o padrão atual, indicados pelo Departamento de Construções Civis da França.
Certos condomínios aproveitaram-se da obra para instalar esse tipo de janela em todos os vãos (números 1 e 2 por exemplo).
As canaletas e calhas foram refeitas em cobre. Sete balcões (varandas), que haviam sido acrescentados em torno de 1900, foram retirados.

“A restauração das fachadas da Praça Garibaldi permitiu, assim, devolver à este lugar real toda sua característica, sua personalidade. A única praça na Europa decorada em Trompe l’Oeil em suas quatro fachadas é a Praça Garibaldi.
Graças ao projeto desenhado pelo Departamento de Arquitetura da Cidade, baseando-se em desenhos originais conservados pelos arquivos de Turim e fotografias tiradas de 1860 à 1910, a Praça Garibaldi reencontrou então sua aparência histórica (formas, decorações históricas).

CALENDÁRIO:

Início dos trabalhos: Verão de 2010.
Final dos trabalhos: Fevereiro de 2012.
Inauguração: Sábado, 24 de março de 2012.
Os trabalhos foram realizados por partes (“fatias”), em comum acordo com cada condomínio.
“Tratando-se de obras privadas, a cidade não tem a faculdade de impor ordem nas obras”

“Em se tratando de obra privada, a Prefeitura não tem como se impor nessas reformas”.

N.B.: 60% de um total de 1.400.000 Euros empregados na restauração da praça, foram financiados pela Prefeitura da cidade. Vinte pintores trabalharam ao ar livre em 6.500m² de fachada.

Mais informações a respeito da praça, clique aqui.

Talvez por sua imensa área descoberta, a Praça Garibaldi me lembra liberdade, nudez, acolhimento.
Sinto a praça como um lugar sem preconceitos. Como se abrisse longos braços – se os tivesse – e nos envolvesse num grande e caloroso abraço.
Para saber quem foi Garibaldi, bravo guerreiro que desposou uma brasileira de nome Anita, clique aqui.

E as informações que me foram passadas por RTHIAGO você poderá encontrar pesquisando no Google por: Inauguration des façades de la place Garibaldi à Nice, meu “Abre-te Césamo”.

Valeu, THIAGO!

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Praça Garibaldi em processo de restauração. Foi construída entre 1782 e 1792.

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Praça Garibaldi.

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Alguém é capaz de dizer que estes frontões e balaustres não passam de pintura?

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Praça Garibaldi – a única da Europa cujos prédios foram trabalhados em Trompe l’Oeil em sua totalidade.

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Vista parcial da praça.

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Até a sombra parece verdadeira.

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Dúvida Cruel: há ou não há relevo ao redor das janelas?

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O canto da praça onde dei vazão à minha curiosidade.

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Nice, França – Um dia Inteiro na cidade, “sem lenço e sem documento”


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: clique duas vezes na luva para ver a imagem aumentada.

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Dia 02 de julho, véspera de irmos para Saint Paul, decidimos bater perna em Nice.

Pegamos o train-way na Praça Massena e saltamos na bela Praça Garibaldi. Mais bela, isto sim, após a reforma da fachada dos prédios que a emolduram.

Por mais que cutucasse na internet, não consegui descobri em que época este espaço tornou-se uma obra fantástica de “trompe l’oeil”. A perfeição é tamanha, que para os menos avisados as janelas possuem frontões, balaústres e molduras em relevo. O trabalho é grandioso. Não só pela dimensão das paredes – 6.500m² foram pintados por vinte profissionais que trabalharam ao relento -, como também pela perfeição da técnica empregada.

Continuar lendo Nice, França – Um dia Inteiro na cidade, “sem lenço e sem documento”

Biot, França – Arte em Vidros. Produtos Provençais.


Imagem Destacada: planta baixa da cidade em mosaicos e ladrilhos fixada à esquerda de quem entra da rue Saint Sebastien. Ao lado, nos pequenos retângulos, endereços das lojinhas da cidade.

Obs: clique duas vezes na luvinha para ver a imagem aumentada.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) /

A fim de você saber direitinho onde pegar uma das linhas de ônibus que sai de Nice e lhe permite chegar a Biot, dê um clique aqui e depois uma olhada na foto abaixo. Continuar lendo Biot, França – Arte em Vidros. Produtos Provençais.

FRANÇA, Saint Raphael, Côte D’Azur – Como Chegar Saindo de Nice.


Imagem Destacada: Praia de Malibu.

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Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: clique duas vezes na luva para ver as imagens aumentadas.

Saint Raphael, na Côte d’Azur, não é um balneário badalado como Cannes, Nice, Saint Tropez, Antibes ou Saint-Jean-de-Cap- Ferrat e, pelo que me consta, nunca foi lugar que tenha virado moda por conta de algum famoso que tenha passado por lá.

E por estar assim quietinho, quando se fala em seu nome quase ninguém sabe aonde fica; até amigos que já estão cansados de viajar pelo mundo nunca ouviram falar em Saint Raphael – não sabem o que estão perdendo.

Continuar lendo FRANÇA, Saint Raphael, Côte D’Azur – Como Chegar Saindo de Nice.

Cristalinos Coloridos e Terapias Cromáticas.


 ou Rosa Silva (CRT 36.389) é formada em Ciências Sociais pela UERJ e pós-graduada em Psicopedagogia pela Universidade Cândido Mendes.

É a criadora do método de leitura cromográfica para Terapia Cromática – terapêuta multidiciplinar de cores, cristais, florais e imagens simbólicas.

Taróloga de leitura terapêutica …

Para saber mais a respeito da eminente profissional, clique aqui.

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IMAGEM DESTACADA: foto do amanhecer clicada de dentro de um avião da TAP, alguns minutos antes do pouso em Lisboa.

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Sagrados – A Aliança de Maria Madalena e Amor em Jogo.


Duas obras instigantes escritas pela jornalista Ana Teresa Antunes de Araújo Merger, à disposição do leitor no sites citados abaixo e na Amazon.

Perfil de Anaté: Formada em jornalismo e com um mestrado em comunicação internacional no Institut d’Études Politiques em Aix-en-Provence, Anaté Merger trabalhou por 17 anos como jornalista em várias emissoras de TV e jornais brasileiros até se mudar para a Provence em 2004.

Franco-brasileira, casada, dois filhos, Anaté Merger é empresária no ramo do turismo, além de contista das antologias Amores Impossíveis e Segredos de Família, organizadas por Lycia Barros e autora de “A Aliança  de  Maria Madalena” – primeiro volume da série SagradoS e de “Amor em Jogo”, lançados pelo selo Ases da Literatura.

Contato e Redes Sociais:

1- anatemerger@naprovence.com

2- https://www.facebook.com/anatemergerescritora

3- http://www.skoob.com.br/autor/9425

4- http://www.skoob.com.br/livro/419974-amor-em-jogo

5- https://twitter.com/anatemerger

6- http://www.anatemerger.com

7- http://www.naprovence.com

 

 

Amor em Jogo

“Às vezes, a verdade tem muitos disfarces e, para descobri-la, você precisa ter coragem para tirar as máscaras, inclusive a sua”.

Saint-Tropez, Lacoste e outras cidades da Provence fazem parte dos cenários escolhidos para o novo romance da autora franco-brasileira Anaté Merger.

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Experiências em Viagens/ Dicas