PORTUGAL, Lisboa . Café A BRASILEIRA.


Moderadora: Rosa Cristal

 ENDEREÇO: rua Garrett, 120, no Chiado, Lisboa. Telefone: +351.21.346-9541.

A história da famosa cafeteria em Lisboa começa no Brasil, mais precisamente na cidade de Visconde do Rio Branco, em Minas Gerais, onde seu fundador, Adriano Telles, mantinha no comércio uma propriedade que levava seu nome: Casa Telles.

Sua atividade comercial era próspera a tal ponto, que a Casa Telles mantinha uma filial em Lisboa, abastecida com produtos brasileiros tais como goiabada e tapioca.

Para não me tornar repetitiva, sugiro uma visita a dois sites bastante interessantes e explicativos que merecem atenção: um deles está aqui e inclui um rápido vídeo. No outro, que você encontra clicando aqui, você encontrará a história d’A BRASILEIRA contada com riqueza de detalhes. Foi onde tomei conhecimento, de que o café consumido na famosa cafeteria, não procede mais do Brasil e sim do Zaire. Snif!

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Tomar um café na A Brasileira torna até a bebida mais saborosa do que realmente é.

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Almoços e lanches também são servidos na cafeteria.

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Assentos das cadeiras em couro trabalhado, verdadeiras relíquias

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Passagem para o subsolo à esquerda, onde há um salão exclusivo para servir refeições.

Gosto imensamente d’A Brasileira. Até do delicioso café.

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A Alex Tour Viagens leva você até lá.

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PORTUGAL, Lisboa . Largo do Carmo – Charme e Tranquilidade no Centro da Cidade.


IMAGEM DESTACADA: Chafariz do Carmo e Entrada do Museu Arqueológico do Convento do Carmo.

LARGO DO CARMO – Atraente de dia e à noite. É pelo Largo do Carmo, no Chiado, que acessamos o Museu Arqueológico do Convento do Carmo e Continuar lendo PORTUGAL, Lisboa . Largo do Carmo – Charme e Tranquilidade no Centro da Cidade.

PORTUGAL, Lisboa . CARMO – Restaurante e Bar.


Imagem Destacada: Largo do Carmo, Centro de Lisboa.

Moderadora do Blog: Rosa Silva

Terminamos a noite de 25 de junho de 2014 petiscando no CARMO-Restaurante & Bar, no Largo do Carmo nº 11 – Lisboa (vide toldos na foto acima).

O Carmo é espaçoso, bem decorado; ambiente agradável e equipe simpática e atenta. Há brasileiros trabalhando no Carmo e no Sacramento – outro restaurante bem próximo, na Ladeira de mesmo nome -, do qual falarei mais tarde.

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Um dos salões do Carmo
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Todos os salões são chiques e aconchegantes

Sugestões: Pão e Azeite de Mirandela, Morcela de Arroz com Maçã, Peixinhos da Horta, Gambas Ajilo, Amêijoas à Bulhão Pato, Polvo à Galega e outras delícias já degustamos no Carmo. Somos fãs do restaurante e o recomendamos sem restrições.

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Amêijoas à Bulhão Pato. Na Itália, conhecidos por vôngole. Pelos manezinhos da ilha de Florianópolis, chamados de berbigão.

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Polvo ao Coentro
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Azeitonas Temperadas

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A vitrine de sobremesas é uma tentação para quem aprecia doces portugueses. Para mim, os melhores do mundo.

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Dom Rodrigo…

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Toucinho do Céu.

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PORTUGAL, Lisboa . Restaurante “O Cardo”


IMAGEM DESTACADA: Robalo Grelhado com Legumes.

Saímos para almoçar na avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, que faz esquina com a rua Tomás Ribeiro, onde fica o hotel em que estávamos hospedados, o America Diamonds Hotel.

Descendo, encontramos um restaurante simples, porém bem arrumado: O CARDO. Honestamente? Não apostei na cozinha e a primeira impressão não agradou: apenas nós dois estávamos no salão e só nos atenderam porque chamamos as pessoas que ajeitavam o bar bem próximo ao salão. Tivemos impulso de sair; mas, como estávamos com fome, decidimos ficar e acabamos gostando.

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Restaurante O CARDO

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A ementa (cardápio) surpreendeu e os preços idem.

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Para quem desconhece, a primeira opção do menu – jaquinzinhos – são estes peixinhos.

jaquinzinhos-fritos

Abaixo: delicioso Robalo Grelhado com Legumes a módicos E$ 8.00

P1030925 (640x478)Como sobremesa, uma torta de amêndoas com chantily; “e deu“.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

PORTUGAL, Lisboa . America Diamonds Hotel.


Imagem Destacada: Elétrico chegando à Praça da Figueira.

Moderadora: Rosa Silva.

DIA 25 DE JUNHO chegamos à Lisboa e nos hospedamos em um excelente hotel três estrelas: o AMERICA DIAMONDS HOTEL. Um pouco afastado do Centro, na rua Tomás Ribeiro 47, mas em compensação, bem em frente à estação Picoas do Metrô.

Além do conforto oferecido ao hóspedes, o hotel conta com preços muito convidativos e a prova é a fatura que segue em anexo.

Fatura A. Diamonds Lisboa (640x626)

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Podem confiar na fidelidade das fotos mostradas no site Booking.com. Os quartos são limpos, de bom tamanho, possuem cofre e frigobar – itens que considero indispensáveis -, colchão e travesseiros confortáveis, e o ar condicionado funciona bem.

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Decoração de bom gosto.

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Aposento espaçoso

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Banheiro amplo. Alça de segurança na banheira – importantíssimo!

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Chuveiro/ducha – saída de água satisfatória.

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O café da manhã é farto e variado. Todos os funcionários foram muito simpáticos, educados, prestativos e bem humorados.

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Lisboa? Alex Tour leva você até lá.

BRASIL/PORTUGAL: Rio/Lisboa – America Diamonds Hotel, Restaurante O CARDO,


Foto em Destaque: Praça da Figueira – Lisboa, PT.

Nesta Categoria relato algumas experiências “d’além-mar” e outras mais próximas de minha terra natal, a cidade do Rio de Janeiro – lugar onde nasci, asa que me abriga, meu lugar no mundo, meu cais. Não me imagino morando em outro lugar. Viajar é muito bom, mas… regressar ao lar é muito melhor. Continuar lendo BRASIL/PORTUGAL: Rio/Lisboa – America Diamonds Hotel, Restaurante O CARDO,

A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR A GENTE NUNCA ESQUECE.


Foto em Destaque: Aeroporto Tom Jobim ao amanhecer.

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1985 – A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR

Em meu blog http://www.vaiviajaristepo.com procurarei mostrar roteiros que tenho trilhado desde setembro de 1985 quando, levada por mãos de amigos, viajantes experientes, atravessei o Atlântico pela primeira vez.

Sair do Brasil mesmo que fosse para o Uruguai, por exemplo, era algo que não cogitava por ser distante demais. Europa, então… nem pensar! Quando meus amigos me acenaram com a possibilidade de ir a Paris, não acreditei. Foram eles que me mostraram todos os caminhos, a começar pela aquisição do passaporte. Enfrentar uma fila quilométrica na Polícia Federal da Avenida Rodrigues Alves nº 1, na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro, era tarefa árdua da qual não havia escapatória. Eram horas em pé! Não importava se debaixo de chuva ou sob sol escaldante, quem não possuía passaporte tínha que enfrentar a situação e para isso não havia tempo ruim. Lembro-me mais de meu primeiro passaporte do que de meu primeiro soutien. Exibí-lo – o passaporte!… – era o mesmo que exibir um troféu.

Viajar naquela época era tranquilo apesar da precariedade dos meios de comunicação – se compararmos com as engenhocas que temos hoje. Não havia internet!… Já começa por aí. Nosso GPS eram os mapas que consultávamos constantemente para sabermos se estávamos na direção certa. Nos deslocamentos por trem utilizávamos o Eurail Pass – havia apenas uma modalidade desses bilhetes – e, no final de nossa viagem, quando nosso passe expirou, nossos bilhetes eram adquiridos nas próprias estações sem problema algum, minutos antes da hora do embarque.

Os hotéis, idem: eram “reservados” na hora da chegada em cada estação de trem, no Bureau de Informações Turísticas. Simples, assim. Escolhíamos os hotéis em uma listagem levando em conta localização e preço. A localização era mais importante, por conta dos deslocamentos arrastando malas.

As pessoas não viajavam com a assiduidade de hoje porque não havia tanta oferta. Eu, pelo menos, tinha que programar a viagem com bastante antecedência: eu trabalhava, e só poderia viajar nas férias. Se fosse possível!…

Ao aceitar o convite de meus amigos, fui orientada por eles para começar a adquirir dólares. O bilhete aéreo seria comprado com Cartão de Crédito em prestações a perder de vista e isso bastava.

E foi neste esquema tupiniquim que viajei mais de trinta dias em setembro de 1985 com dois mil dólares no bolso, uma fortuna. E o melhor: gastei mil dólares, redondinhos, pagando hotéis, bilhetes de ônibus, trem, navio, metrô, alimentação, algumas lembranças para familiares e amigos, e ingressos para museus e outras atrações. Passamos pela França, Grécia, Itália, Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e retornamos à França. Luxemburgo estava no roteiro, mas o cansaço nos fez desistir. Retornei ao Brasil em pele e osso de tanto andar. Cada quilo perdido valeu muito à pena.

No ano seguinte fizemos outra viagem longa, e mais outra dois anos após. Não parei mais de viajar e lamento fotos e lembranças perdidas que tento agora recuperar.

Sei que meus amigos se identificarão ao ler esta postagem. Por isso, deixo-lhes meu agradecimento penhorado e faço questão de lhes dizer o quanto aprendi com seus ensinamentos.

Foram eles que me mostraram e me fizeram sentir a real dimensão de nosso planeta; que me ensinaram a traçar caminhos nos mapas e alçar voos cada vez mais altos. Foram meus amigos que me ensinaram a segurança necessária para viajar e que consigo transmitir agora a quem viaja comigo.

A vocês, muito obrigada. Creio que este blog seja a prova de que aprendi a lição.

Vamos lá:

RIO DE JANEIRO – O Rio foi nosso ponto de partida em 23 de junho de 2014. Portanto, nada a acrescentar nesta postagem, a não ser as FORMALIDADES JUNTO À RECEITA FEDERAL NO AEROPORTO DO GALEÃO.

NOTA: Caso você queira levar mais $$$ do que o permitido pela Receita Federal, clique no link acima e saiba o que fazer.

No mais, é lhe desejar Boa Viagem!

 

Rio de Janeiro . Hotel Linx . Galeão


Foto em Destaque: Lazer do Hotel Linx.

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Começo o blog e minha viagem de 2014 com uma nota negativa. Não a respeito do Linx propriamente dito, mas pela penúria do jantar servido, incompatível com a estrutura do hotel e o preço cobrado pela diária.

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Grande Área Construída

Decidi ficar no Hotel Linx uma noite por ser muito próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim. Como estávamos em época de Copa de Mundo e uma manifestação dias antes havia interrompido o tráfego no local, resolvemos – eu e meu fiel escudeiro, amigo e companheirão de viagens – dormir neste hotel. Qualquer imprevisto bastaria sair pela avenida arrastando as malas, pois o aeroporto dista em 500 metros do Linx.

O nome é pomposo: Linx Hotel International Airport Galeão e as fotos mostradas em sites de viagens convencem. Foi por isso que caímos na armadilha.

O hotel é novo, possui dependências espaçosas, área de lazer satisfatória (como podem ver na foto da piscina, por exemplo), quarto e banheiro amplos e limpos, colchões e travesseiros confortáveis e amplo espaço para malas e roupas.

Atendimento cortês, além de condução própria e gratuita para o aeroporto Tom Jobim.

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Quartos Limpos e Bem Arrumados.
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Excelente Espaço Para Malas.

Do que não gostei:

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Beleza Não Põe Mesa.

O buffet deixou muito a desejar. Apesar da boa apresentação, os pratos pecaram em sabor (?) e criatividade: salada de repolho e rabanete é um exemplo!

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Buffet insosso.

Em tempo de vacas magras comia muito bem em pensões no Centro do Rio onde a comida era saborosa. Os pratos eram bem temperados e o menu variado.  Não esses pratos insossos que o Hotel Linx teve a coragem de oferecer em junho de 2014. Serviço descuidado. Dois rechauds estavam sem lume, o que resultou em comida completamente fria!

Um hotel com o porte do Linx e próximo a um aeroporto deveria dar mais atenção à cozinha. E como no entorno não há concorrentes – o hotel fica em meio ao nada -, ou o hóspede se sujeita ao que lhe é oferecido ou fica com fome.

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Sobremesas Saborosas (pelo menos isso!)

Fui salva pelas sobremesas: nada sofisticadas, mas saborosas.

Café da Manhã: 

Dá de 10 x 0 no jantar.P1030901

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Não recomendo o Linx Hotel Galeão por conta do péssimo serviço no jantar. E como não há concorrentes nas imediações, não há escolhas: ou o hóspede aceita o que lhe é oferecido, ou “mofa com as pombas na balaia”.

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Experiências em Viagens/ Dicas

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Blog de viagem | Por Sílvia Oliveira

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