BRASIL, SC, FLORIANÓPOLIS: Marisqueira Sintra em Santo Antonio de Lisboa.


Imagem Destacada: Casarão em Santo Antonio.

Como chegar a Santo Antonio de Lisboa: acesse a SC-401, rodovia que o levará ao Norte da Ilha a partir do viaduto da Avenida da Saudade, continuação da Beira-Mar Norte. Para explicações mais detalhadas clique aqui.

Endereço:Rua XV de Novembro, 147 – Sto Antonio de Lisboa, Florianópolis, SC
Horário de Atendimento: Segunda, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado 12:00 – 15:30 e 19:00 – 23:30. Domingo 12:00 – 16:00 e 19:30 – 23:00 | Terça-feira – Fechado. Reservas: 48 3234.4219 | 48 9962.1882

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Um pouco da história da cidade de Sintra, neste painel.

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Bolinhos de bacalhau saborosos e sequinhos.

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Não é de hoje que conheço a Marisqueira. Conheço-a desde o tempo em que os siris escalavam o vidro do aquário e, quando menos se esperava, se deparava com algum deles passeando pelo salão.

A respeito dessas escapadas, há uma história interessante contada por uma funcionária que passou um susto por conta de uma dessas fugas: esta jovem foi ao banheiro. No que acendeu a luz, entrou e trancou-se no toilette, levou um baita susto: um deles estava escondidinho atrás da porta com as garras prá cima, pronto para o ataque. A grata surpresa expulsou-a do banheiro aos gritos e em desabalada corrida.
Nesta época, em minha opinião, o Sintra era maravilhoso por conta de um simples, mas delicado pormenor: respeitava a culinária portuguesa e servia pratos autênticos.

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Tomate na Açorda – nada a ver.

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FURADA – AÇORDA DE CAMARÃO COM TOMATES NÃO EXISTE!

Em março passado voltei à Marisqueira e optei por uma açorda de camarão. Qual minha surpresa? Tomate! Acrescentaram tomate! à açorda! Decididamente, os restaurantes que se dizem especializados em culinária portuguesa estão deixando a desejar. Todo português sabe que em açorda, tomate não entra! Isso é inadmissível…

A resposta do garçon foi pior que o sabor ácido do prato: – É que a Marisqueira faz uma “adaptação” ao gosto brasileiro.
Pelo amor de Santo Antonio de Lisboa!… Adaptação? Fico logo imaginando uma feijoada completa, “adaptada” à moda tailandesa ou indiana. Como seria? Com côco e muito curry?
Lembrou-me o Rancho Português aqui do Rio. Decepção. Sem mais comentários.

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Para quem gosta de autenticidade, vai o aviso: o prato foge à tradicional  culinária portuguesa.

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BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: O Novo Boteco Belmonte em Copacabana.


Endereço: rua Domingos Ferreira, 242, esquina com rua Bolívar, em Copacabana.

REINAUGURAÇÃO:

Às 19.00 horas do dia 23 de junho de 2015, nasceu o novo Boteco Belmonte de Copacabana, para felicidade dos Belmontenses, fiéis frequentadores do boteco que o seguem como se fosse um blog: podem não passar por lá todos os dias, mas não o perdem de vista.

Antonio Rodrigues, o proprietário do Boteco, brindou seus convidados com chopp bem gelado, refrigerantes, água e coquetéis especiais preparados sob a batuta de Zan Andrade, que hoje atravessou a rua especialmente para essa festa.
Para acompanhar, bolinhos de bacalhau, esfirras, pastéis de carne e de frango com catupiri, linguicinha calabresa em molho acebolado, carne seca desfiada … e outros petiscos dos quais não me recordo. Inauguração prá ninguém botar defeito, coquetéis e salgados muito bem servidos.
Para não dizer que é tudo novo, as cadeiras estilo austríaco, em madeira maciça e vergada, são da antiga Casa – doce lembrança.
As paredes, antes verdes, estão forradas em painéis de madeira em acabamento rústico e o piso de ladrilhos hidráulicos foi substituído por pedras portuguesas.
Onde eram os banheiros agora estão a cozinha e o bar, lado a lado, e os toilettes foram transferidos para o sub-solo. Cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade limitada podem contar com elevador, recurso agora necessário.
No salão bem mais amplo, chama atenção um sofá espaçoso e confortável em forma de “U”, com capacidade para acomodar muitas pessoas. Feliz idéia.
A varanda continua, o ar condicionado funciona prá valer e alguns funcionários ainda me são familiares.
De parabéns seu proprietário, Antonio Rodrigues, de parabéns todos nós.

P.S.: Senti falta de uma peça decorativa do antigo Belmonte: o óleo de autoria de Nilton Bravo, conhecido pintor de botequins e padarias na década de 50 e 60.

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O novo Belmonte.

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Painel executado com garrafas verdes e copos.

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Caldinho de siri abriu os trabalhos. Delicioso.

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Linguicinha calabresa acebolada. A porção era muito maior do que aparece na foto.

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Pastéis recheadíssimos de carne e frango com catupiri.

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Porção generosa de esfirra. Supimpa!

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O trio responsável pelos drinks especiais. Zan – El Born –  no centro, comandando a rapaziada.

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Noite movimentada na Bolívar. Essa turma não coube no salão.

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OBSERVAÇÃO: Casa nova, cardápio novo.  E além da nova ementa (menu), como dizem os portugueses, o proprietário Antonio Rodrigues aplicou no Belmonte o mesmo esquema bolado para o El Born – outra casa de sua propriedade quase em frente ao “Bel”: garçons passam bandejas extrapolantes de delícias pelo salão. Algumas vezes troco o almoço ou jantar pelos petiscos. Veja se não tenho razão: bolinhos de feijoada, de carne-seca com ou sem queijo Catupiri, bolinhos de bacalhau, espetinhos de filé mignon, caftas com um molho danado de bom com uma chuvinha de queijo parmezon, bolinho de camarão com gengibre e muitos outros. Pastéis: camarão com ou sem Catupiry, queijo, picanha. Caldinhos: feijão, siri com gengibre, e batata barôa com bacon. Melhor, impossível.

COPACABANA, 20/9/2017 – ALMOÇO:
Voltamos de uma aventura praticada na ladeira íngreme do Forte do Leme (Duque de Caxias), e decidimos passar no Belmonte da Bolívar para nos condecorar pela façanha. Prêmio?… Um almoço dos deuses.
Antonio – que não é o Rodrigues -, estimado gerente dessa casa, providenciou o seguinte: tilápia grelhada ao molho de alho poró, saladinha, e batata rosti super crocante.
Não parou por aí: e o filé de linguado grelhado muito bem acompanhado pela salada Belmonte? Prá inglês nenhum botar defeito…
Nem vou lhes contar as delícias que estavam porque as fotos falam por si.

O Belmonte continua batendo um bolão. Não é à tôa que faz tanto sucesso.

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ROSA CRISTAL? Onde anda você?

Mis-en-Scène, Rio – Uma Loja Atraente Prá Quem Gosta de Cinema.


Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 – 4º andar – Gávea, Rio de Janeiro – RJ – Hall dos Cinemas Estação.
Tel: (21) 3875 3041.

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Obs: clique duas vezes na imagem em que aparece a luva para ver a foto aumentada.

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Impossível passar pela porta e não entrar. A Mis-en-Scène é daquelas lojas que fazem “psiu” pra gente, sabe comé? Consumistas iguais a mim não resistem. Entram para dar uma conferida nas prateleiras, mas dificilmente saem sem comprar uma coisinha.

Lá você encontra artigos decorativos e para uso diário. Sem exceção, todos chama atenção, o que torna as escolhas difíceis.

Como o próprio nome denuncia, o cinema está impresso em todas as peças. A Mis-en-Scène homenageia não só famosos artistas, bem como personagens de desenhos animados e de histórias em quadrinhos. É o caso da Mafalda, estrelinha argentina de tirinhas, criada em 1962 pelo cartunista Quino. Mafalda, filósofa precoce, tem 6 anos de idade, odeia sopa, gosta do Pica-pau e dos Beatles.

Canecas, almofadas, cadernos, agendas, pufes, aviso de portas, camisetas infantis e adultos – femininas e masculinas -, caixinhas, painéis, cofres, painéis decorativos, botons, ímãs, porta-copos, e mais dezenas de artigos são estampados com fotos de artistas – alguns do passado, ainda bem vivos em nossas memórias.

Quem curte cinema vai adorar a Mis-en-Scène, bem ao lado do cinema 1.

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Ímãs de geladeira/porta copos. Basta descolar e usar.

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Objetos decorativos variados. Na foto, Paul MacCartney.

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Painel decorativo, rádio e caixinhas de mil utilidades.

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Cofres, almofadas e caixinhas para todos os gostos.

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Muitas almofadas com cenas de filmes.

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Porta lápis, adesivos, cadernos de anotações, agendas…

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Artigos para vestuário.

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Petit Prince não poderia faltar.

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Cadernos e agendas. Na foto, Rita Hayworth.

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Vitrine

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Aspecto geral da loja.

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A saudosa Audry Hepburn retratada em painel, almofadas, maleta e caixinhas.

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Ímãs para geladeira. O da direita, colei na torre de meu computador. É isso mesmo que acontece. Sou bem capaz de me perder no tempo e terem que chamar a Defesa Civil para me arrancar do teclado.

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Cassis, França. Passeio de Marseille a Cassis em Ônibus.


Imagem Destacada: Marina no Centro de Cassis.

Nota: Clique duas vezes na imagem em que aparece a luva para ver a foto em tamanho maior.

Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Como Chegar:

SAINDO DE MARSEILLE: Saímos do hotel localizado em frente ao Vieux Port e fomos caminhando em direção à Place Castellane, de onde, segundo minhas pesquisas, saíam os ônibus para Cassis.

Na praça, procuramos atentamente por qualquer indicação de ônibus que fosse para essa cidade, mas… em vão. Foi aí que não vi, mas senti um forte arrepio no corpo – igualzinho àquele que a gente sente quando fala em algum defunto, sacou? Aquele!… que a gente chega a pensar que tá com algum encosto? Pois é. Só porque me reportei à Nice e me lembrei daquela peregrinação à procura do ônibus número 100, i-nes-que-cí-vel.

Em Marseille, a busca foi pelo ponto do M8. Ó vida dura de viajante!… Ó ceus!

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ARPOADOR – Parque Garota de Ipanema. RIO DE JANEIRO


Endereço Parque Garota de Ipanema: rua Francisco Otaviano, ao lado da Escola Municipal Castelnuovo.

Obs: Nas fotos em que encontrar a luva, clique duas vezes para visualizá-la maior.

Não poderia deixar de postar esse “momento lindo” pelo qual passam, ultimamente, as praias do Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon e Praia Vermelha, na Urca, alvos de noticiários que destacam suas águas limpas e transparentes.

A bem da verdade, raras vezes temos oportunidade de ver o mar tão livre das habituais agressões de seus frequentadores – lixo de toda espécie. Aliás, mar e areia. Lembro-me perfeitamente das areias finíssimas da Praia de Copacabana, na época em que a orla contava com apenas uma pista de mão dupla. Areia prá ninguém botar defeito: eram brancas de quase cegar e assobiavam sob nossos pés. Bons tempos.

No Posto VI, os detritos eram, em sua maioria, provenientes das amendoeiras que há anos testemunham a degradação daquela que um dia fez jus a seu título de realeza:  Princesinha do Mar.

PEDRA DO ARPOADOR e PARQUE GAROTA de IPANEMA.

Na segunda-feira, dia 08 de junho, não me furtei ao prazer de tomar um bonito banho de mar no Arpoador. E fiz mais: caminhei na pedra, coisa que nunca fiz desde 1981 quando vim morar em Copacabana, em rua próxima a essa ponta tão famosa de Ipanema.

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França: Marseille – Igreja de N. S. de la Garde e Calanques.


Imagem Destacada: Calanques em Marseille.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Notre Dame de la Garde, Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: Nas fotos em que aparece a luva, clique para aumentá-las.

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TRENZINHO TURÍSTICO: Dia seguinte ao de nossa chegada à Marseille decidimos pegar o tal trenzinho. Cansados, foi a maneira prática que encontramos para dar uma volta pela cidade sem termos que fazer esforço.

O passeio não é longo e percebe-se que o roteiro tem como objetivo proporcionar aos passageiros uma visita à Basílica de Notre Dame de la Garde (site oficial clique aqui).
Na ida o trem segue margeando as calanques, passa em frente ao Monumento aos Mortos do Exército do Oriente,  e chega sem demora à colina do santuário.
Na volta o trem retorna a seu ponto inicial, passando por bairros sem nenhum atrativo.
Entretanto… até entrarmos na igreja, tivemos que subir trocentos degraus. E o pior: sem a menor chance de parar prá respirar porque só dispúnhamos de 20 minutos. E para quem já estava cansado, não poderia haver despertador melhor. Foi a segunda corrida violenta que tivemos que fazer nesta viagem.

A outra foi até pior: em uma das gares – não me recordo bem qual -, tivemos que correr muito ao sair de um trem para pegar outro. Estávamos no último vagão. Quando vi que no relógio da estação faltavam apenas 10 minutos para o outro trem sair, começamos a correr. Tínhamos pela frente uma plataforma quilométrica e dois bilhetes para compostar. Para complicar, ainda pegamos uma máquina que estava de pirraça e insistia em não carimbá-los. Felizmente, contamos com o auxílio de um senhor que ao perceber nossa aflição cedeu sua vez e ainda nos ajudou a marcar os bilhetes. Passado mais esse sufoco saímos em desabalada corrida passando por mais duas vias até chegar à nossa para não perder o trem para Paris. Foi entrar no vagão e o dito cujo partir. Há muito não corria tanto para pegar trem. Nem 007 faria tamanha proeza.

NOTRE DAME de la GARDE – Voltando ao santuário… Quem relata em pormenores sua história é Anaté Merger. Clique aqui para conhecer a explanação interessantíssima da jornalista brasileira, autora do blog http://www.naprovence.com – portal para quem deseja conhecer o Sul da França em ricos detalhes.

Mais prá frente, nas postagens a partir de Aix, falarei mais a respeito do trabalho de Anaté Merger e Leonor, nossa guia pelas estradas perfumadas da Provence.

ALÉM DAS CALANQUES, O QUE HÁ PARA VER e FAZER em MARSEILLE

Na marina, do lado do antigo bairro Le Panier, ficam: a bilheteria e o ponto de embarque deste trenzinho, o cais de embarque para quem se destina às Calanques, a Catedral La Major, a Igreja de Saint Laurent, o Mucem, a Prefeitura, os cais onde ancoram barcos que partem para os portos da Córsega, além de bares e restaurantes.

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No alto da colina, a Basílica de Notre Dame de La Garde.

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O santuário, bem mais perto.

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A basílica de Nossa Senhora da Guarda foi construída sobre a estrutura de um antigo forte do seculo XVI, pelo arquiteto Henri-Jacques Esperandieu, em estilo Neo-Bizantino. Esta estrutura foi erguida por Francisco I com a finalidade de resistir ao cerco de Charles V em 1536.

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Nave central da basílica.

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N. S. da Guarda reinando absoluta em seu altar.

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Trabalho requintado executado na parte inferior dos arcos.

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O QUE É UMA BASÍLICA?

A denominação remonta às Ágoras gregas, origem mais remota de nossas Bolsas de Valores, por serem locais públicos onde pessoas se reuniam não apenas atraídas por feiras e mercados, bem como para discutir política, cultura e outros assuntos de interesse dos cidadãos.

As mercadorias eram anunciadas em voz alta, a fim de que todos escutassem o que estava sendo comercializado, tal qual acontece ainda hoje nos pregões das BV. Para quem ainda não sabe, este é o motivo da gritaria.

A Ágora romana descende da grega, com uma diferença: eram espaços cobertos, as basílicas, onde assembléias eram realizadas. Ora funcionavam como tribunais, ora acomodavam reuniões em que se discutiam assuntos diversos.

A Wikipédia explana o assunto minuciosamente e vale à pena uma consulta para quem quiser saber mais a respeito das basílicas e como acabaram se transformando em templos cristãos. Clique aqui.

A peregrinação à Notre Dame de la Garde acontece, anualmente, em 15 de agosto.

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VIEUX PORT – Pela manhã saímos do hotel e rumamos em direção à bilheteria do trenzinho turístico, localizada em frente ao prédio que se vê à direita, no outro lado da marina.

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VIEUX PORT – Este abrigo possui o teto espelhado, o que lhe confere um efeito muito interessante.

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Quase em frente ao hotel, está a bilheteria dos barcos que partem para Friou

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O efeito do cais no teto espelhado da cobertura.

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Outro espelhamento.

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Mais adiante, uma feirinha de artesanatos muito interessante acontece aos sábados.

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Este senhor reproduz em seu artesanato, os quadros pintados por sua mulher. Arrependí-me por não ter adquirido mais porta-documentos. Um trabalho genial que nunca vi em outro lugar.

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Artesanato de qualidade na feirinha do Vieux Port.

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Esta jovem vendia umas peças maleáveis com algumas utilidades decorativas interessantes: adorno para copos com pé, porta guardanapos…

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Uma das conduções para você chegar ao Santuário é este trenzinho, cujo ponto é em frente a este prédio no Vieux Port.

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Monumento aos Mortos na Primeira Guerra. Flagrante de uma “foto mico”.

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Monumento aos Mortos do Exército do Oriente, erguido em 1927 em homenagem aos soldados mortos na Primeira Guerra Mundial.

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Estas fotos foram clicadas do trenzinho turístico. Percurso válido e excelente para se chegar à Basílica.

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Outra foto sacada do trenzinho.

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Vista do pátio da Basílica.

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Vista do pátio da Basílica.

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Marseille vista parcialmente do pátio da basílica

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O ônibus 60 parte do Forte São João e segue até ao santuário.

Horários do percurso você poderá conferir clicando aqui.

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Panorâmica do Velho Porto.

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Opções de passeios você encontra na bilheteria flutuante de onde partem embarcações para as Calanques (vide fotos abaixo)

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Bilheteria flutuante no Vieux Port.

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Marseille, França.
Nesta embarcação navegamos até Cassis.

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O barco que nos transportou às Calanques, aparentemente pequeno, surpreendeu-nos pelo conforto e dimensões de seu interior.

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Interior da embarcação que nos levou às Calanques.

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Acesso ao salão na parte de baixo da embarcação.

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Até o momento da saída do Velho Porto, tudo bem, todos acomodados na parte externa.

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Catedral de la Maior e Mucem.

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Na saída do Vieux Port o barco começou a balançar muito devido ao mar agitado. E daí, o inevitável aconteceu: alguns não suportaram e passaram mal.

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CALANQUES

Calanques são formações rochosas com predominância de calcário que se prolongam por aproximadamente 20 km ao longo da costa de Marseille. Abrange desde a localidade de La Madrague de Montredon, no 9 ème Arrondissement até Ciotat, cidade situada depois de Cassis.

Ira à Marseille e não subir a colina para conhecer a Basílica de Notre Dame de la Garde, padroeira da cidade, e não navegar pelo litoral recortado das Calanques são pecados mortais gravíssimos.
O Parque Nacional das Calanques foi criado oficialmente em 18 de abril de 2012; merece ser apreciado e a maneira mais fácil é navegando.
As embarcações partem do Vieux Port em frente à Capela dos Augustins, onde está a bilheteria. Na calçada há uma tabuleta oferecendo outros tipos de passeios, incluindo mergulho em algumas calanques. Escolhemos o percurso de de 3 horas e não nos arrependemos.
A navegação, obviamente, é paralela aos paredões e, à medida que os barcos se distanciam do porto observamos que as rochas tornam-se cada vez mais altas.

La Madrague, Saména e Les Goudes, devido à sua proximidade ao Vieux Port – cerca de 20 minutos -, acabam por congestionar a estrada nos fins de semana; não só pela busca de moradores e turistas por um bom mergulho, mas também porque nestas calanques há algumas residências. Além do mais, a curta distância facilita o acesso a essas angras, e ainda há o conforto da oferta de restaurantes – em Saména há até dois pequenos hotéis -, garantindo relax e divertimento. Acrescento ainda outro ponto favorável: essas três calanques não possuem paredões; a grosso modo, situam-se no nível da estrada.

Mais adiante está a Calanque de Callelongue. Esta possui centro de mergulho, é acessível pelos ônibus número 19 e 20 e por automóveis. Segue a Calanque de Marseilleveyre: conta com praia, é acessível apenas por barco, há restaurante e é outro ponto de mergulho.

Em Marseilleveyre está a segunda mais alta formação rochosa com 432 metros de altura, sendo a maior, o Monte Puget, com 565 metros.

Com menos importância vêm as Calanques de Queyrons seguida pela Podestat, pela d’Escu, e pela de Cortiou onde há uma estação de tratamento de águas residuais e esgoto de Marseille.

A partir daqui, até a Calanque de Port Miou, a rocha é bastante recortada onde algumas Pontas bem longas e agudas avançam mar adentro como se quisessem espetar os barcos que por ali passam.

Uma delas é a Ponta de Merveille e a outra a de Sormiou, que denuncia a chegada da Calanque mais próxima, de mesmo nome. Sormiou possui pequeno porto, há oferta de restaurantes e além do mais é acessível a partir de Cassis. Em Sormiou a área de ocupação residencial é significativa devido à facilidade de acesso.

A seguir vêm as Calanques de Morgiou e Sougiton, ambas acessíveis por ônibus. Não vá pensar que a condução irá deixá-lo “na porta” da Calanque, porque não é bem assim. O ônibus número 21 que sai da Praça Castellane (aproximadamente da Av. Prado, 7) segue até a Faculdade de Ciências de Luminy, no 9 ème Arr. Deste ponto até às calanques caminha-se por aproximadamente uma hora. Clique aqui para conferir.

Pensando bem é uma barbada. Leve em consideração que você fará a maior parte do percurso em condução popular, para desfrutar de um bonito mergulho em uma Calanque!, e não em um lugar qualquer… Mesmo que você caminhe muito, escorregue, rale as canelas, crie bolhas no calcanhar ou amasse seus calos, agradecerá mais tarde pelo esforço dispendido mesmo que você não durma de tanta dor no corpo. Isso lhe mostrará que todos os seus músculos estão funcionando perfeitamente e será mais um agradecimento que você deverá fazer… Entende o lado positivo da coisa? Ah! Não se esqueça de levar água.

ATENÇÃO: nas Calanques de Sormiou, Morgiou e Callelongue os veículos são proibidos em todos os fins de semana e feriados, a partir de meados de abril até 02 de junho. Após este período, a proibição passa a ser diária até 28 de setembro. Caso interesse, há um site (em inglês) que explica tudo isso e mais alguma coisa, tais como a proibição de acampamentos, presença de cães, não levar mudinhas de plantas prá casa pra “ver se pega”, essas coisas (http://www.marseille-tourisme.com/en/marseille-calanques-walks/)

Um pouco mais adiante temos a Calanque de Saint-Jean de Dieu ou de l’Oeil de Verre, as Enseadas des Enfers e de la Baume, bem como as Calanque de Devenson, a de L’Eissadon, a de L’Oule (praticamente inacessível), e a Calanque d’En Vau que conta com uma pequena praia.

De todas, as Calanques de Port Pin e a de Port Miou (Cassis), em minha modesta opinião, são as mais interessantes. Dessas três últimas as mais procuradas para banho são as d’En Vau e Port Pin que você alcança em uma caminhada de aproximadamente 30 minutos a partir de Cassis.

Port Miou é muito estreita. Na verdade, transformou-se em uma marina imensa.

Há calanques para todos os gostos e possibilidades de acesso: em algumas chega-se apenas por barco, possuem pequena praia, e outras não. Há Calanques onde você pode chegar após longa caminhada e refrescar-se em delicioso banho e ainda há outras que você pensa que vai acessá-la, mas … vai acabar “morrendo” mesmo é no caminho, olhando o azul inigualável do Mediterrâneo.

As rochas estão riscadas por muitas trilhas e há de se ter muita disposição para atravessá-las. O terreno é arenoso – e por isso escorregadio -, e alguns trechos exigem muito do caminhante por serem íngremes.

Quem optar pela lei do menor esforço como eu, certamente escolherá as calanques mais próximas à Marseille ou à Cassis.

PASSEIOS em MARSEILLE: EM BICICLETA ou NÃO.

Uma boa opção é fazer um passeio pelas trilhas em bicicleta elétrica. E quem acena com a novidade é a Fernanda no blog da brasileira Maria Lina, residente em Paris, que explica tudo direitinho. Clique aqui para saber mais.

Acontece que outra brasileira, Anaté Merger, residente em Aix-en-Provence (Aix está pertíssimo de Marseille – apenas 30 km) também oferece opções de passeio não só em Marseille, mas por todo o Sul da França. Para saber tudo isso e mais alguma coisa clique aqui

Para finalizar o papo e deixar bem claro que as mulheres brasileiras estão com tudo e mandando ver à frente do turismo na França, seguem mais novidades a respeito das Calanques. Desta vez as indicações vêm da Natalia Itabayana, do blog Destino Provence. Clique aqui e acompanhe suas experiências.

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Fort Saint Jean.

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Mucem.

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Cathédrale Sainte Marie Majeure de Marseille.

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Le Chateau d’If

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Baie des Singes, em Les Goudes.

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FRANÇA: De Nice a Marseille.


Imagem Destacada: Jardim Alberto I, Nice.

Da janela do apartamento do Hotel B4 Nice Plaza 12, Avenue de Verdun, saquei a penúltima foto do Jardim Alberto I (em fase de acabamento para receber o Festival de Jazz), e rumamos para a Gare com destino a Marseille.

Nice, pela manhã, dia de partida p Marseille. 05.7.14 (1024x768)
Jardim Alberto I.

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 Digo “penúltima” parodiando minha avó paterna que não gostava de pronunciar as palavras “azar” e “última”. Além do mais, como pretendo retornar em breve, o “penúltima” serve para dar uma força no astral.

Nesta partida aconteceu o seguinte: como em 2013 usamos nossos bilhetes de trem em horários que não os determinados no bilhete, decidimos antecipar nossa viagem – marcada para 15.00 h. –  e pegar o primeiro comboio que aparecesse.

Quando adquirimos um bilhete de trem comum, não há necessidade de obedecer horário e número de poltrona marcados. Essa flexibilidade aprendi com um fiscal da estação de Vernon, ao retornarmos de Giverny, e desde então passamos a viajar sem nos prender a esses pormenores.

Ao chegarmos à Gare pouco antes de meio-dia, um trem já estava esticadinho na plataforma. Tentamos embarcar, mas fomos impedidos pelo fiscal, porque nossos bilhetes estavam marcados para 15.00 h e , além do mais, aquele trem não era o popular conforme explicado acima. Poderíamos seguir naquele comboio caso pagássemos a diferença do preço do bilhete. Achamos a alternativa ótima e, ali mesmo, na plataforma, pagamos ao fiscal – que registrou nossos novos bilhetes em uma máquina semelhante à utilizada para cartões de crédito -, e embarcamos.

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Interior do trem que nos levou de Nice para Marseille.

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Sem lugar marcado, aconteceu de termos que mudar de lugar duas vezes, o que era esperado. Sem problemas. Nem que tivéssemos que sentar no chão, estaríamos felizes por termos conseguido sair de Nice conforme imaginávamos.
O percurso dura aproximadamente duas horas e meia e isso é nada quando se viaja confortavelmente.
Em Marseille tivemos dificuldade em encontrar táxi ao sairmos da estação de trem. Sem alternativa, arrastamos nossas malas até sairmos do entorno da gare e acabamos pegando um taxi em uma avenida próxima.
Logo chegamos ao Grand Tonic Hotel Marseille – 43, Quai des Belges 13001 – Marseille, em frente ao Vieux Port, muito bem localizado.

Visivelmente, trata-se de um prédio antigo reformado cuja recepção deixa a desejar em aparência. A classificação Quatro Estrelas ultrapassou em muito o limite do bom senso. Aliás, gostaria de saber qual critério usam para “estrelar” os hotéis.

Para que tenham idéia, vi alguns hóspedes chegarem para tomar seu café da manhã próximo ao horário de encerramento do desjejum e encontravam o buffet incompleto. Nós mesmos, ficamos uma manhã sem ovos mexidos (adoro!), sem a bandeja de frios completa, sem pão francês!!! e sem mais alguma coisa da qual não me recordo. Frutas! Faltavam algumas frutas! O buffet estava bastante desfalcado e ficou por isso mesmo. Reportei-me então a um dos garçons pra reclamar – principalmente a falta dos ovos mexidos – e fui informada de que o hotel não dispunha mais de ovos!!! para compor a mesa do café da manhã. Peraí! Um hotel dito 4 estrelas nessas condições? Passamos então a acordar mais cedo objetivando encontrar um buffet completo. De pomposo o hotel só tem o nome. Três estrelinhas estaria de bom tamanho. Mais que isso é exagero.

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Quarto do “Grand’ Tonic Hotel Marseille.

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Quarto de bom tamanho.

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Banheiro espaçoso.

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Historicamente, Marseille era o centro comercial mais importante na região e funcionou como o principal porto comercial do Império Francês. Marselha é a maior cidade francesa na costa do Mediterrâneo bem como o maior porto comercial. É a capital da Provence-Alpes-Côte d’Azur, bem como a capital do Departamento de Bouches-du-Rhône. É a segunda mais populosa cidade francesa.

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Vieux Port visto do quarto do hotel.

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Em frente ao hotel, a bilheteria para aquisição de passagens para as Ilhas Frioul e If.

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Á direita do Grand Tonic Hotel há uma excelente brasserie onde almoçamos algumas vezes: a Brasserie Le Soleil. Atendimento atencioso, rápido e boas refeições.

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Brasserie Le Soleil.

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Salada com frutos do mar…

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Brasserie Le Soleil, à direita do Grand Tonic Hotel.

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Sobremesa – Panqueca com recheio de creme de chocolate.

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Vieux Port visto da mesa que ocupamos na brasserie.

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Em frente à Chapelle des Augustins está a bilheteria para quem deseja passear pelas Calanques e ainda o Château d’If.

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Vieux Port.

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Vieux Port, Marseille.

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Vieux Port – À esquerda, ao fundo, o Grand Tonic Hotel.

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Vieux Port.

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Villefranche-sur-Mer – Riviera Francesa. França.


Imagem Destacada: Beira-mar de Villefranche.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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Como Chegar: Balneário situado no Sul da França entre Nice e Saint Jean de Cap Ferrat (caminho para quem vai à Mônaco e Menton), acessível pelo ônibus nº 100 que parte de Nice no ponto situado em frente ao Monoprix.

Mesmo espremida entre a poderosa cidade de Nice e Saint Jean, essa posição geográfica privilegiada não a torna tão conhecida e glamourosa quanto estes dois famosos balneários da Riviera Francesa.

Deixe-se perder em suas estreitas ruas e você descobrirá o quanto a pequena Villefranche é charmosa, dotada de comércio atraente – principalmente o de artesanatos e produtos provençais -, de restaurantes simpáticos com cardápios bem elaborados e ainda de templos religiosos onde poderá agradecer por ter podido desfrutar desses momentos lindos.

Não tivemos a sorte de encontrar Villefranche ensolarada, mas, mesmo sob chuva intensa, valeu à pena o passeio.

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LINHA NICE-MENTON
Itinerário do ônibus nº 100 – Nice/Menton.

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Parada do ônibus, em frente ao Museu de Arte Contemporânea.

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Ponto do ônibus nº 100, à esquerda, em frente ao Museu de Arte Contemporânea. À direita, o Monoprix.

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Villefranche – Praça na Avenue Mal. Foch onde há um ponto do ônibus nº100

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Capela São Pedro.

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Nossa primeira visão da beira-mar.

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Beira-mar de Villefranche.

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Saint-Jean-de-Cap-Ferrat ao fundo.

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O dia não era dos melhores, mas mesmo assim valeu à pena. Não há chuva que segure turista dentro de hotel. Não há!

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Parcial da pequena cidade de Villefranche.

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O alaranjado é a estaçãozinha do trem.

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Rua de Villefranche-sur-Mer.

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Les Corsaires. Atendimento gentil e boa comida.

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Igreja de São Miguel.

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Rua em Villefranche.

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Rua em Villefranche.

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Pequenos detalhes que fazem grandes diferenças…

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Delicioso risoto. Adorei os pedaços grandes de queijo parmesão.

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Villefranche – sur – “pluie”

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Voltando para Nice.

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MISTER LAM – O Melhor Restaurante Chinês do Rio.


Imagem Destacada: motor italiano Lamborguini de 820 HP,  da lancha com que o proprietário do Mr. Lam venceu, em 1990, o Campeonato Brasileiro de Offshore. Nesta competição, o Sr. Eike Baptista foi invicto em todas as provas.

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Endereço: Rua Maria Angélica, 21, Lagoa – Rio de Janeiro, RJ
Reservas somente por telefone:(21) 2286-6661 / 2286-2363

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O sofisticado restaurante de culinária chinesa na Lagoa Rodrigo de Freitas atrai não só por sua especialidade, bem como por quem aprecia qualidade e sabor – mantidos desde sua inauguração. Continuar lendo MISTER LAM – O Melhor Restaurante Chinês do Rio.

França: Saint-Paul-de-Vence.


Foto em Destaque: Bouganville em residência de Saint-Paul-de-Vence.

Como Chegar: ônibus 400 – Vai até VENCE. Mas, como a maioria das pessoas destina-se a SAINT PAUL DE VENCE, deverá observar se no ônibus está escrito VENCE “PAR” SAINT PAUL.
Para ver itinerário e horários clique aqui; ou aqui  > LINHA 400 – LINHA NICE VENCE; e ainda aqui > LINHA 400 NICE – VENCE.

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Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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EMOÇÕES (nada a ver com o cantor Roberto Carlos):

Comecei a viajar em setembro de 1985 e desde então dois momentos haviam me tocado profundamente em todos esses anos. O primeiro foi no Chile, quando, do alto do Vulcão Osorno coberto de neve, vislumbrei a Cordilheira dos Andes emoldurando Santiago. Indescritível! não só pelo fato de eu estar afundando meus pés na neve até quase os joelhos em um vulcão adormecido, mas também por estar cercada por uma cadeia de montanhas poderosa.

Estava em companhia de mais três amigos. Ficamos em silêncio por alguns instantes para ouvir o misterioso barulho do NADA.

Um silêncio espontâneo, brotado da necessidade de cada um de meditar por alguns instantes diante de um poder que não sabemos de onde vem; de calar diante de um grande mistério que nos rodeira, mas que sabemos que observa cada um de nós em tempo integral; necessidade de orar, de homenagear com admiração e quietude aquele encontro com a natureza.

Foi um momento de paz!… De muuuiiita paz. De comunhão de almas interrompida por nossa esfuziante alegria, por nossos comentários quanto à felicidade de estarmos ali, apenas os quatro, abraçados naquele ponto do planeta.

Diante de tanta grandiosidade, pergunto:  – Quem somos, afinal?Quero voltar ao Osorno!…

O segundo momento foi quando juntamente com familiares  e estes mesmos amigos, tivemos a sorte (não é mais permitido) de atravessar os Lençóis Maranhenses em quadriciclo, navegando de Barreirinhas até Atins. Eram cinco máquinas vermelhas desenhando um balé espetacular na areia das dunas. Ambos os momentos foram indescritíveis; emocionantes; inesquecíveis.

As emoções mais recentes e igualmente significativas foram: uma, quando me vi em Biot diante da escultura de dois dançarinos de autoria de Kees Verkade intitulada L’Envol, e a outra em Saint-Paul-de-Vence.

O que quero dizer? Que cada lugar por onde passei sensibilizou-me de um jeito e Saint-Paul não foi diferente. Tocou-me ao resgatar momentos felizes de minha infância passados na fazenda de meu avô.
Essa memória devo à Chambre aux Confitures da qual falarei um pouco mais abaixo.

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Nice – Ponto de Ônibus para Vence – observar se é via Saint-Paul – na Praça Alberto 1º, ao lado do Hotel Méridien.

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Saint-Paul-de-Vence. Vista parcial.

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Neste café, à direita de quem chega a St.Paul, não nos deram a menor atenção. Após tempo suficiente de espera para sermos atendidos e nada aconteceu, retiramo-nos antes que mofássemos na cadeira.

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Nos mesmos moldes de Biot, Saint-Paul-de-Vence mostra um painel em mosaico com indicações do tipo de comércio que o visitante encontrará na cidade.

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Neste caminho que beira a cidade pela direita de quem chega,  há cafés, boutiques, galerias de arte e bela vista. Veja abaixo.

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Vista parcial de Saint-Paul-de-Vence.

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Em frente ao ponto de onde sacamos fotos da cidade (acima), está esta galeria. Chamou-nos atenção obras de Romero Brito.

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Saint-Paul-de-Vence. Obras de Romero Brito, grande talento brasileiro.

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Vista parcial de Saint-Paul.

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Saída da cidade para Cannes e Vence.

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Em todo o Sul da França, principalmente na Provence, trepadeiras espaçosas e ousadas disputam paisagens com janelas e balcões.

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Ao rever todas essas fotos, concluí que a Provence não se descreve: sente-se!

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Saint Paul de Vence.

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Ainda o caminho que circunda a cidade pela direita de quem entra.

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Rua no Centro antigo de St. Paul.

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Roupas secando embaixo de janelas – adoro!

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O que dizer de um lugar como este?

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Dizer que a cidade é puro charme é pouco; muito pouco.

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Arte até no calçamento de algumas ruas de St. Paul.

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LA CHAMBRE AUX CONFITURES:

Antes de mais nada é preciso dizer que geléia não é a mesma coisa que confitures (marmelade)
Geléia, como o próprio nome sugere, são elaboradas apenas com o sumo das frutas e nem todas culminam em bons resultados.
Para que uma fruta tenha a aparência de gel no final de seu cozimento é necessário que seja rica em pectina, tais como: pêssego, maçã, mirtillo, framboesa, amora, morango, cassis, groselha, limão, laranja, tangerina e outras.
E confiture (marmeladas) são doces de frutas que minhas tias e avó – todas de origem germânica pelo lado materno -, faziam em casa e chamavam de schmier, chimíer ou, mais aportuguesado, chimia.  Nesses doces, as cascas de algumas frutas eram aproveitadas tais como a da laranja (cortada bem fininha), a da uva, e a do pêssego.
A chimia mais comum era a de banana, deliciosa, que ficava horas sendo mexida no tacho sob fogo de fogão à lenha, até ficar bem vermelha. As framboesas eram colhidas nas cercas quilométricas que separavam a fazenda de meu avô daquela do vizinho.
Qual a mais cara, você sabe? A geléia, por motivos óbvios.
Quando vi esta boutique, não resisti e entrei. E à medida em que percorria os olhos pelas prateleiras, regredia no tempo e lembrava de minha infância “nas terras” de meus avós maternos.
Revi as dezenas de vidros de conserva arrumadinhos nos armários da imensa cozinha e me lembrei que ficava admirando aqueles vidros coloridos pela miscelânea de legumes, alguns, e de frutas, outros.
Como minha avó fazia para que ficassem tanto tempo ali sem estragar? Tinha curiosidade…, perguntava…, mas a resposta era sempre a mesma, curta e grossa : – Não precisa saber! Ou então, na melhor das hipóteses, vinha um “mais tarde você aprende”. Realmente aprendi, fiz algumas, mas nem todas deram certo.
Os vidros eram especiais: grandes, espessos e em cuja tampa havia um arame grosso e uma borracha entre a tampa e o vidro propriamente dito, para vedar. Tenho desses vidros em meus armários de cozinha, que utilizo para guardar biscoitos, farinhas, cereais. Felizmente, ainda encontramos esse tipo de “conserva” para vender em algumas localidades de Santa Catarina.
E foram esses vidros que momentaneamente vi diante de meus olhos naquela rica estante da boutique, e me emocionei. Voltei no tempo em fração de segundos e vi o quanto tive infância feliz.

MUSEU FRAGONARD, em Grasse:
A mesma emoção tive no Museu Fragonard quando vi na vitrine vidros de perfume que minha mãe usava e nos quais não podia tocar.
Diversos sabores, cores e aromas estavam ali na minha frente. Todos “chuntos e reunitos” – com este “erre” bem vibrante como quem imita o barulho de um motor com a língua -, pronúncia que ainda ouço de familiares quando estou  em Santa Catarina.
A escolha é difícil: são diversos sabores de uma só fruta, de mistura de frutas e de frutas temperadas com especiarias.
Bateu aquela vontade de comprar a loja inteira, mas… quem daria conta do peso?

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La Chambre Aux Confitures –  mais dois endereços em Paris, um em Estrasbourg e outro em Lille.

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Estante de geléias de frutas. Não resistimos e trouxemos quatro vidros de sabores diferentes. Todos, deliciosos.

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Tal qual o Sul da França, a loja é uma festa de cores, aromas e sabores.

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A boutique trabalha também com chás, calisson e diversos tipos de doces.

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Uma jovem senhora simpaticíssima nos atendeu e disse-nos que duas outras brasileiras haviam estado na loja, fotografaram-na, prometeram divulgar a loja, mas que até aquele momento nada havia acontecido.
Provavelmente, ela não botou fé de que faria esta postagem, mas… aqui está.
Mais informações clique aqui.

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Rua de Saint-Paul-de-Vence.

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Mais do que recomendável. Preços convidativos e atendimento rápido.

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Pura delícia: massa ao dente, recheio honesto, molho caseiro, manjericão fresco e “aquele” queijo.

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Restaurante muito bom onde almoçamos o belo e saboroso prato de massa que você vê acima.

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Vista parcial de St. Paul-de-Vence.

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Paisagem de Saint Paul.

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Escultura interessantíssima elaborada com ferraduras.

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Bouganville – a arte maior.

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Experiências em Viagens/ Dicas